DESMARCARANDO O ESQUEMA DO INTERCEPT – FASE I

Em pronunciamento na audiência da Câmara no ultimo dia (8), o deputado federal Delegado Marcelo Freitas refutou acusações realizadas contra Sergio Moro, Ministro da Justiça do Governo Bolsonaro e membros do Ministério Público Federal que atuam na Operação Lava Jato.

Veja um dos trechos mais importantes transcritos do vídeo da fala do Deputado

“Para concluir, Presidente, isso era algo extremamente comum e ocorria de maneira recorrente. Fiz isso com operações que envolviam a prisão de Prefeitos corruptos. Cito aqui o Prefeito corrupto da minha cidade de Montes Claros, preso em operação da Polícia Federal, assim como cito as operações emanadas da Lava-Jato do Supremo Tribunal Federal, a Catilinárias, a Politeia, em que realmente havia um contato entre julgador e autoridades encarregadas do cumprimento do mandado sem que nenhuma parcialidade fosse arguida. Isso é extremamente comum na tradição jurídica brasileira e não enseja nenhuma nulidade. Isso é choro de corruptos e seus comparsas! É choro de canalha! Viva a Operação Lava-Jato!”

O que ficou entendido no pronunciamento do deputado. 

Em outras palavras, o deputado Marcelo Freitas, deixou claro que o conteúdo obtido de forma ilícita não trás nenhuma atitude antinormartiva por parte dos membros do poder judiciário citado nas publicações do Intercept. Ao Gmundo, explicou que tais conversas são comuns entre os membros incumbidos de executarem as tarefas citadas e seria impossível sem diálogos da forma que estão atribuindo ao juiz Sérgio Moro.

Entretanto, o jornalista Glenn Greenwald não entregou o material que vem publicando à justiça brasileira para certificar a veracidade do conteúdo. Não poderá ser aceito como provas de que agentes públicos tenham cometido alguma ilicitude durante o processo de investigação.

Nas supostas conversas publicadas pelo site The Intercept, o jornalista Glenn Greenwald informou que Dallagnol e Sérgio Moro, tratavam de assuntos investigados pela Lava-Jato, operando com suposta parcialidade. No entanto as mensagens não demonstram que houve manipulação de provas, tendo em vista que prints de conversas do aplicativo Telegram, é muito fácil de serem manipulados até mesmo áudios, com simples uso da tecnologia; você pode criar arquivos de reprodução de áudio que imita a voz de qualquer pessoa ou pode montar partes de outros.

Como são montadas as conversas 

Exemplo: um software lançado durante a última Adobe Max Creativity Conference, a empresa lançou o VoCo, um programa de edição de áudio que permite que os usuários façam com que outras pessoas digam o que eles bem quiserem. Já em relação aos prints do Telegram, é a parte mais fácil da fraude em questão; o cidadão pode obter ate mesmo o número de telefone igual ao da vitima. Existem vários aplicativos e sites que geram números virtuais e mesmo não tendo o número da vitima, essa fraude é possível, devido o aplicativo permite a criação de contas fakes, onde basta a foto e nome para você simular conversas e atribuir a determinados indivíduos.

A que interesse trabalha o Intercept 

As conversas divulgadas tem claro objetivo de enfraquecer as acusações e condenações de empresários e políticos acusados pelo MP de corrupção, lavagem de dinheiro, caixa 2, entre outros. Está nítido que a forma utilizada pelos jornalistas do Intercept, ao publicar trechos específicos e com conotação tendenciosa, revela um jornalismo sem ética, sem credibilidade e respeito às leis brasileiras.

Foto: Reprodução Internet. Glenn Greenwald, dono do Intercept. Investigado pela PF por suspeita de fraudes em publicações jornalista e até compra do mandato do ex Dep. Jean Wyllys, para o seu marido, David Miranda (PSOl)

Porque os jornalistas do Intercept não entregou as supostas conversas? 

O correto, se o conteúdo dos posts fossem verdadeiros ou obtidos de forma lícita, as publicações deveriam ocorrer junto com a entrega do material à justiça brasileira. Desta forma, seria realizada uma perícia por órgãos competentes para atestar a veracidade do material. Já que a suposta fonte seria anônima, como não ocorreu, ficou evidente que existem uma tentativa de montar anormalidades ou direcionamentos da atuação do ex-juiz e tenta montar uma suposta cena onde Policia Federal, Procuradores do Ministério Público, Sergio Moro, além do atual presidente Jair Bolsonaro idealizaram um esquema para envolver e condenar políticos e empresários corruptos.

O Hacker do Intercept não achou diálogos dos condenados, estranho! 

O interessante que nenhuma das publicações contesta a condenação e as provas que foram usadas para condenar os réus, muito menos à qualquer divulgação de algum material da principal peça que o grupo tenta defender, o ex presidente Lula.

Material do Intercept não tem qualquer valor jurídico e moral. 

A peça acusatória do Intercept não foi periciada pelos órgãos competentes e nem sabemos qual sua veracidade, se tornam nulas. O ato ilegal que utilizaram para conseguir não tem valor jurídico legal, foram contaminadas, ou seja, não serve de provas no judiciário brasileiro. Além disso, podem está envolvidos em uma associação criminosa, com objetivo de livrar condenados pela força tarefa da Lava-jato. Ato praticamente confirmado pelo Senador Rogério Carvalho (PT) na CCJ do Senado Federal, nesta quinta-feira (11) na audiência com o jornalista Glenn Greenwald.

Legislação sobre interceptação

Crime baseado na lei 9.296/96, que em seu artigo 10, ao publicar as conversas. “Constitui crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática, ou quebrar segredo de justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei”.

Exatamente como escreveu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: “não comprometem as condenações proferidas, está fazendo tempestade em copo d’água”.

Acompanhe a segunda fase, DESMARCARANDO O INTERCEPT no dia 11/07/19

WebMundo

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