"Ministro Paulo Guedes"

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, “Não é coincidência que estoura essa bombinha toda hora. Toda hora estoura uma vendo se paralisa a marcha dos eventos”, disse.

O ministro sugeriu ontem que o vazamento de supostas conversas ministro da Justiça, Sergio Moro com membros do Ministério Público nas investigações da força-tarefa da Operação Lava Jato aconteceu para prejudicar a tramitação da reforma da Previdência.

O ministro disse durante uma reunião do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a convite da entidade.

Guedes enumerou episódios que ameaçaram as negociações pela reforma da Previdência, entre eles a divulgação de áudios do então presidente Michel Temer com o empresário Joesley Batista (a partir da qual foram acusados de negociar o silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha sobre atos de corrupção) e as denúncias contra “o filho de Bolsonaro Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), ” – o ministro não mencionou qual deles.

O ministro acredita que a publicação do site The Intercept Brasil publicar um suposto conteúdo vazado de supostas mensagens trocado por Moro e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol foi para enfraquecer a Reforma da Previdência.

Na publicação, o site informa que houve combinação nas atuações na Operação Lava-Jato e nas supostas conversas que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram.

Gleisi Hoffmann já tinha antes do acontecimento, na sua conta do Twitter uma convoção aos petistas para uma greve geral no dia 14.

A pauta da presidente do PT é combater a reforma da Previdência e o governo de Jair Bolsonaro.

Para Gleisi Hoffmann na sua conta do Twitter, O caso reforça a quebra da institucionalidade e mostra ação pouco republicana, que atenta contra o Estado de Direito Democrático. Precisamos de instituições fortes e isentas para combater a corrupção, mas sem partidarismo ou ilegalidade.

Ela informa que os partidos de oposição estão reunidos agora para discutir como vamos proceder em relação às revelações do The Intercept, que são muito graves e precisam ser investigadas. Não há precedente para as violações divulgadas.

O coordenador da Lava Jato em Curitiba, Deltan Martinazzo Dallagnol, esclarece à sociedade sobre os recentes ataques à força-tarefa:

“É normal que procuradores e advogados conversem com o juiz, mesmo sem a presença da outra parte. O que precisa se verificar é se nessas conversas existiu conluio ou quebra de imparcialidade. A imparcialidade na Lava Jato é confirmada por muitos fatos. Centenas de pedidos feitos pelo Ministério Público foram negados pela Justiça. 54 pessoas acusadas foram absolvidas pelo ex-juiz Sergio Moro”, afirmou.

“Em que um ex-Ministro de Estado se refere a um Ministro do STF como “nosso advogado” e ninguém se considera suspeito, DATA VENIA, parece piada querer fazer um carnaval por causa de três frases em um grupo de whatsapp. Faz-me rir!”

Janaina Paschoal

 

 

 

 

 

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