Maduro iniciou o discurso dizendo ser necessário colocar um ponto final a crise na Venezuela e fez um chamado as responsabilidades dos órgãos internacionais. Durante seu pronunciamento disse que é necessária adoção de medidas eficazes e eficientes. Mourão descarta descartou qualquer apoio do Brasil a uma intervenção militar na Venezuela dentro do território brasileiro e diz que Maduro é criminoso que tem de ser tirado do poder.

Mourão, fez duro discurso contra Nicolás Maduro, classificando o governo bolivariano-chavista de manter privilégios, discriminação e violência. O regime não respeita o estado de direito” e nem a Liberdade de Expressão. Maduro está à frente de um governo criminoso que bloqueou a fronteira para não deixar passar ajuda humanitária na Venezuela onde nenhum outro governo no mundo fez isto. Demostrou violação dos direitos humanos.

O vice-presidente falou em Bogotá, na Colômbia, onde é realizada a reunião do Grupo de Lima nesta segunda-feira (25).

O grupo que reconhecem o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.

O Grupo de Lima que é uma formação de países das Américas formada com o objetivo declarado para e explorar e contribuir para a restauração da democracia na Venezuela através de uma saída pacífica e negociada. 14 países (Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Guiana e Santa Lúcia firmaram o documento conhecido como Declaração de Lima, ao qual o grupo definiu sua posição acerca da “situação crítica na Venezuela”, condenando a existência de “presos políticos“, falta de eleições livres” e a “ruptura da ordem democrática na Venezuela”. O grupo manifesta sua “preocupação com a crise humanitária” venezuelana. Os Estados Unidos, embora não integrem oficialmente o grupo, participam das reuniões. Apenas o México não reconhece Guaidó como presidente interino da Venezuela.

Mourão proclamou a libertação dos venezuelanos do maior conflito sangrento e destrutivo da história instalado na Venezuela.

Mourão disse a importância de buscar o diálogo e que Maduro é uma ameaça que deve ser enfrentada com a convocação de eleições pela Assembleia Nacional (órgão legislativo controlado pela oposição que funciona em desacato ao chavismo). O vice-presidente destacou sanções contra a Venezuela, que precisam ser buscadas nos fóruns internacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas) e Organismos de cooperações (OEA).

Mourão criticou a militarização da Venezuela nos últimos anos. Contrariando a tendência da América do Sul, a Venezuela, sem ter recebido nenhuma ameaça à sua soberania. Através de milícias ideologizadas e, desde 2009, adquiriu equipamentos militares com grande capacidade ofensiva com compras de helicópteros e caças.

Brasil acredita que é possível devolver a Venezuela ao convívio democrático das América sem nenhuma necessidade de intervenção militar.

Disse que o regime chavista foi atraído no seu quintal, provavelmente China e Rússia. Disse que a Cúpula do governo de Maduro tem pessoas envolvidas com crimes internacionais. A Venezuela tem que regressar a um país livre, rico e soberano.

O progrmaa Pingos no Is na Jovem Pan, informou que os representantes do Brasil e de mais 10 países solicitam à Corte Penal Internacional que considere a grave situação humanitária na Venezuela. O regime de Nicolás Maduro responda por crimes contra a humanidade, ao impedir que a população civil não receba ajuda humanitária internacional.

Maduro reafirmou que o Brasil está preparado para receber venezuelanos caso aumente os números imigrantes na fronteira com Roraima.

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