Segundo informações do Deputado Delegado Marcelo Freitas, a Polícia Federal vai assinar na próxima semana acordo para troca de informações criminais com o FBI, órgão de investigação federal do USA.

O delegado federal, Dr. Tadeu Mourão, Diretor Regionais em Minas Gerais da Associação Nacional dos Delegados Federais (ADPF), ex-chefe da representação da Interpol, atual chefe de gabinete, responsável junto com o Dr. Marcelo e outros que estão lutando pela AUTONOMIA PARA POLÍCA FEDERAL.

Dr. Tadeu, também considera de grande importância essa parceria entre a PF e FBI. Fortalece o objetivo dos trabalhos da ADPF, que promove atividades sociais para conseguir apoio na aprovação da PEC 412, que defende a autonomia da Polícia Federal no combate ao crime organizado.

Dr. Tadeu Mourão, delegado federal

Dr. Marcelo Freitas informou que o acordo de cooperação internacional que será assinado na oportunidade que o Presidente Jair Bolsonaro vai está nos Estados Unidos no dia 19 de março, onde se encontrará com o presidente Norte-Americano Donald Trump.

Marcelo ressalta a importância dessa parceria em que a Polícia Federal vai assinar memorandos para troca de informações criminais / confidenciais com o FBI.

Foto. Reprodução Internet. Deputado Delegado Marcelo Freitas.

Texto de um post na página do Delegado Marcelo Freitas em sua página no Facebook. 

Isso significa maior capilaridade de informações, necessárias para que o órgão que considero precursor da “desmantelação” da roubalheira em nosso país, prossiga com seu trabalho de limpeza contra corrupção.

O Deputado, afirmou que esse encontro é, também, um passo importante para conquista de maior AUTONOMIA para este órgão que afirmou ter orgulho de fazer parte.

Pautas do encontro com o governo Americano 

Neste encontro, serão debatidos principalmente acordos comerciais bilaterais, fundamentais para o país dar sequência ao plano de desenvolvimento econômico e social no país.

Os documentos serão assinados em Washington pelo diretor-geral da PF, Maurício Valeixo. O ministro da Justiça, Sergio Moro, também estará na comitiva do presidente.

Importância dessa parceria em relação a solução de crimes internacionais. 

Com a evolução dos métodos de práticas criminosas, essas parcerias são fundamentais para combater a criminalidade como o uso de tecnologia e Internet.

Um dos crimes ativos e difícil de reparar os danos causados as pessoas afetadas é a prática de pirâmide financeira. Com uso de supostas atividades de marketing multi-nível, criminosos têm roubado milhões de reais.

Como exemplo, o grupo empresarial Minerworld, sediada no Mato Grosso do Sul, que atuava a cerca de 3 anos, teve suas atividades interrompidas por uma operação do Gaeco e MPMS. Nessa operação ninguém foi preso e o material apreendido (equipamentos), de computação, mostra que apesar de movimentar milhões de reais, essa estrutura é incompatível com tais movimentações, ficando em tese uma clara demonstração que as atividades do grupo tinham único objetivo, subtrair cada vez mais valores dos consumidores com uma série de fraudes. Se as atividades fosse legal, a estrutura tecnológica teria que ser outra muito além do que foi apreendido.

Além das práticas antinormativas que estão respondendo no MS, tem vários outros indícios que podem comprovar outros crimes, como evasão de divisas, lavagem de dinheiro, falsificação de documento público, estelionato, associação criminosa entre outros.

A 6ª Delegacia de Polícia de Campo Grande,  abriu um inquérito com todas as informações repassadas pelo Ministério Público Federal, para investigar suposto esquema de pirâmide financeira com o uso da moeda digital bitcoin.

Houve então a suspeita de que a empresa se sustente não com o valor auferido com os bônus oriundos da validação de transações de bitcoins em todo o mundo (a mineração desta criptomoeda). Mas com a entrada de novos investidores que configuraria a pirâmide e ou pelo eufemismo utilizado no mercado: marketing multinível. Também há inquérito aberto na Polícia Federal e não foi liberado o conteúdo das investigações que corre em sigilo.

A CVM, órgão governamental que protege e regulamenta os investimentos financeiros no Brasil, já avisou que não existe registro algum da MinerWorld.  Foi então aberto o processo 19957.005648/2017-58 em decorrência de outras denúncias ou consultas recebidas pela CVM.

O prejuízo pode passar dos 300 milhões de reais, já que uma ONG que acompanha as investigações e o processo na esfera civil, proposta pelo MPMS, afirma vem apoiando as vítimas, e que na coleta de dados, os números de vítimas, os valores empregados nessa pirâmide financeira, à forma utilizada para subtrair o dinheiro das pessoas, assusta!

Não é possível entender porque essas pessoas atuaram tanto tempo, sem intervenção do poder público, já que constam denúncias de consumidores no início das atividades dessa empresa.

O grupo atuou em vários países e as informações que no Haiti, só uma rede com pouco mais de 150 pessoas, o grupo conseguiu subtrair 300 mil dólares.

O líder da rede, que foi enganado, hoje não consegue falar mais com o CEO da Minerworld, e os consumidores do citado país o ameaçam de morte, foi necessário sair do país. No Brasil o rombo é quase incalculável. Em cinco redes levantadas, o prejuízo passa de 10 milhões de reais.

Por fim, essa nova conquista da Polícia Federal, Brasil/Estados Unidos, vão se unir no combate a crimes internacionais, vai ajudar na celeridade deste e outros tipos de crimes serão esclarecidos.

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