Pais fazem carreata pedindo volta das aulas presenciais em BH

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Pais, médicos e educadores de escolas particulares fizeram uma carreata, na manhã deste domingo (4), pedindo a volta das aulas em Belo Horizonte. A concentração aconteceu na avenida José do Patrocínio Pontes, no Mangabeiras, Região Centro-Sul da capital e seguiu para a Praça da Liberdade, na Savassi.

Os organizadores não souberam precisar quantos carros participaram. Eles pedem que a Prefeitura de Belo Horizonte libere a realização das aulas presenciais na cidade, que estão suspensas desde março, e afirmam que a saúde mental das crianças estão comprometidas por causa do tempo longe dos colégios.

Pais pedem retorno das aulas presenciais em BH.  — Foto: Divulgação

Pais pedem retorno das aulas presenciais em BH. — Foto: Divulgação

A prefeitura informou que está estudando formas seguras do retorno das aulas presenciais. A PBH afirmou ainda que “para nortear essa retomada, a prefeitura está trabalhando nas taxas de incidência da COVID – 19 (é o número de novos casos da doença, dividido pelo número de pessoas em risco) e que a definição dessa taxa irá determinar o momento seguro para o retorno das aulas”.

Pais fazem carreata pedindo à volta as aulas e Belo Horizonte.  — Foto: Divulgação.

Pais fazem carreata pedindo à volta as aulas e Belo Horizonte. — Foto: Divulgação.

Retorno das aulas na justiça

 

Na última semana, cerca de 30 escolas particulares do ensino infantil conseguiram, na justiça, a liberação para retomar as atividades de forma presencial.

A decisão é do juiz Rinaldo Kennedy Silva, que afirmou que estas instituições estão “passando sérias dificuldades financeiras, em razão da inadimplência e das rescisões de contratos em larga escala, o que poderá causar seu fechamento em massa e prejuízo irreparável para o município e para os cidadãos”.

Ainda segundo o juiz, a frequência na escola infantil não é pré-requisito para a matrícula no ensino fundamental, mas com o fechamento das instituições, “muitas famílias estão procurando escolas e creches irregulares”.

Na decisão, o Rinaldo Kennedy acrescenta que deverão ser respeitadas “as medidas de restrição e controle de público e crianças, bem como adoção das demais medidas estabelecidas pela autoridade de saúde e prevenção do contágio e contenção da propagação da Covid-19”.

No dia 23 de setembro, a prefeitura anunciou a suspensão dos alvarás de funcionamento de todas as instituições de ensino da cidade. A medida veio horas depois que o governo anunciou a autorização para a volta das aulas presenciais.

Fonte:G1

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