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Brasil atinge 9,20% da população vacinadas e o país pretende adaptar o parques farmacêuticos veterinários para produzir vacinas covid-19

Jornalista Hernane Amaral,
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Ministério da Saúde, OPAS e OMS estão trabalhando juntos para ampliar a produção de vacinas e adaptar parques farmacêuticos veterinários para produzir vacinas covid-19 para o Brasil e a América Latina.

O Brasil atingiu 19.474.826 pessoas que já receberam pelo menos a primeira aplicação do imunizante no País. 

Foram vacinados 9,20% da população, de acordo com os dados reunidos pelo consórcio de imprensa.

Começaram a ser enviadas nesta quinta-feira (1/4) mais 9,1 milhões de doses. Outras 2 milhões de doses devem chegar até o fim desta semana

Serão enviadas para todo o Brasil um total de 9.128.000 milhões de doses – 8.400.000 milhões da Coronavac, do Instituto Butantan, e 728 mil da AstraZeneca/Oxford, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os dois imunizantes são produzidos no Brasil com matéria-prima importada. Além dessas doses, está prevista a chegada, neste sábado, de 2,1 milhões de doses da Fiocruz, totalizando mais de 11 milhões.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) reuniram para debater uma colaboração técnica para ampliar a capacidade de produção nacional de vacinas no Brasil. 

O titular da Saúde realizou uma videoconferência com o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, e com a representante da OPAS no Brasil, Socorro Gross

O cálculo mostra que dos 19,4 milhões de imunizados, 5.389.211 pessoas já receberam a segunda dose, o que representa 2,55% da população com a imunização completa. 

Na reunião foi discutida a possibilidade de adaptar as indústrias brasileiras que desenvolvem imunizantes para animais para que possam produzir vacinas apropriadas a humanos.

O ministro Marcelo Queiroga disse que, isso beneficiará a produção de imunizantes no país e poderá acelerar a vacinação contra o coronavírus. 

“Não só para abastecer o mercado interno e ampliar a nossa capacidade, mas também para que o Brasil, na sua condição de líder na América Latina, possa oferecer vacinas para outros países”, declarou.

Proporcionalmente, o estado do Mato Grosso do Sul foi o que mais vacinou sua população e o Acre foi considerada a  mais baixa.

.Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (4,79 milhões), seguido por Minas Gerais (1,73 milhão) e Bahia (1,71 milhão).

Queiroga destacou que o país conta com dois grandes laboratórios para a produção de imunizantes contra a covid-19, fundamentais para a agilizar o processo de controle da pandemia: a Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Butantan. “A Fiocruz, por meio de parceria com o laboratório AstraZeneca, tem acordo de compartilhamento de tecnologia e produção de IFA nacional, o que garante ao país uma autonomia maior para produção de vacinas, sem eventual demora de importação dos insumos”, ressaltou.

Em pronunciamento à imprensa após a reunião, o ministro da Saúde ressaltou que é necessário reforçar as medidas para evitar a circulação do vírus. “Eu tenho feito isso de forma reiterada desde o início da nossa gestão no Ministério da Saúde. Todos sabemos que o uso de máscara é fundamental. É necessário que haja a adesão da população brasileira. A higiene das mãos com água e sabão, o uso de álcool em gel, evitar aglomeração entre as pessoas”, elencou.

Outro ponto abordado durante a reunião, foi a busca por insumos estratégicos para o chamado “kit de intubação”, que contém medicamentos para tratamento intensivo em casos graves de vítimas da pandemia internadas em hospitais. A pedido do Ministério da Saúde, a OPAS está buscando esses produtos no mercado internacional. A previsão é que os medicamentos cheguem de forma escalonada em até cinco semanas.

 

“O Ministério tem acompanhado, no dia a dia, a oferta desses medicamentos para estados e municípios. Colaboramos agora com a OPAS para conseguir repor nossos estoques. A atribuição de adquirir esses medicamentos é dos municípios, mas em uma situação de emergência sanitária não há como o Ministério da Saúde se eximir dessa função de liderar a aquisição desses insumos”, explicou o ministro.

De acordo com a representante da OPAS, Socorro Gross, as medidas de prevenção à doença ajudam a ganhar tempo, principalmente em um momento de baixa disponibilidade mundial de vacinas. “Hoje, é momento de união e reflexão. Não temos como diminuir a transmissão desta doença se cada um de nós não aplicarmos as medidas de utilizar a máscara, sempre lavar nossas mãos, fazer o distanciamento físico e, especialmente, não ter aglomeração. Os jovens também têm uma grande responsabilidade de cuidar dos que hoje são mais vulneráveis. Hoje, é o momento em que o Brasil pode mostrar esta união. Este SUS (Sistema Único de Saúde), que é único, pode sim mudar o rumo desta pandemia”, avaliou.

Fontes

Ministério da Saúde 

Consórcio da Imprensa 

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