sexta-feira, maio 20, 2022
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Civis sofrem e lutam para sobreviver na Ucrânia

Vários ataques aéreos atingiram novamente edifícios residenciais na capital ucraniana, Kiev, e na segunda cidade de Kharkiv nesta segunda-feira, horário de Brasil, matando pelo menos três pessoas e ferindo dezenas de outras, disseram autoridades.

Os civis sofrem e lutam para sobreviver em muitas cidades da Ucrânia

Muitas pessoas cansadas, famintas e assustadas se reúnem diariamente na estação ferroviária em Dnipro, no centro da Ucrânia, esperando longas horas pelos trens para evacuá-las para um local seguro.Ninguém poderia suspeitar seriamente que Putin não tinha muito coração, mas ultimamente ele também nos deu motivos para duvidar se ele tem mente e muito menos escrúpulos.

 

Sua estratégia de guerra nos faz voltar no tempo,  mais ao czarismo.

 

Czarismo foi um sistema político que imperou na Rússia desde 1547 até a Revolução de 1917. Czar era o título que se dava ao Imperador Russo e que, durante esse período, governava de forma absoluta, na qual se confundia com o Estado.

 

Essa fase da Revolução Russa durou uma semana e seu resultado foi imediato, czar Nicolau II abdicou do governo. Essa revolta foi resultado da insatisfação popular da tirania czarista e com a participação do país na Primeira Guerra Mundial.

 

O líder russo se sentiu incomodado pela decisão da Otan de declarar que as ex-repúblicas soviéticas da Geórgia e da Ucrânia acabariam sendo admitidas na aliança ocidental.

 

Não têm como entender o fato atual sem conhecer a criação da República da Ossétia em setembro de 1990.

 

A República da Ossétia do Sul, apesar de estar dentro do território da Geórgia, alcançou sua autonomia. No entanto, os líderes da Geórgia não aceitaram o fato, declarando ser inconstitucional.

 

A partir Geórgia não desistiu de reintegrar a região, a Rússia, por sua vez, apóia a decisão da Ossétia do Sul em continuar independente, surgindo um conflito e no dia 08 de agosto, as tropas da Geórgia realizaram uma ofensiva apoderando-se da Ossétia do Sul.

 

Segundo o presidente da Geórgia, Mikhail Saakashuili, a Rússia executou bombardeios em seu território, figurando como uma invasão que fere a soberania nacional.

 

O principal motivo que envolve a Rússia nessa questão é que a Ossétia do Sul pretende ser anexada ao território russo para se juntar ao restante de sua etnia que se encontra na Ossétia do Norte, localizada em território russo, indo totalmente contra os interesses da Geórgia.

 

Não estou justificando o tamanho das dimensões que surgiram com a agressão russa dentro do território ucraniano pelas forças militares russas. As ações e declarações grotescas de Vladimir Putin são inequivocamente imperdoáveis.

 

Entretanto, a declaração da OTAN, inflamou as tendências nacionalistas, anti ocidentais e militaristas do governo russo.

 

Incomodou o líder russo e tornaria um impedimento na política externa russa em várias direções em seu território.

 

O Ocidente, a população ucraniana, Ásia e nem os russos não acreditavam que ele iria tão longe. Putin sempre foi um homem frio e com características explosivas, esporádicas de violência.

 

Atualmente, Putin chegou à absoluta irracionalidade, bem diferente da ocupação da Crimeia em 2014, região da Ucrânia, que fazia ter sentido de poder explicar no contexto da história que foi para garantir o acesso ao Mar Negro para a frota naval russa.

 

O reconhecimento pelo presidente Russo, como repúblicas independentes a semi-ocupação de Donetsk e Luhansk, em grande parte de língua russa, foi ainda mais ultrajante.

 

Talvez, o governo de Kiev poderia ter evitado essa tragédia ao  aceitar a autonomia dessas regiões. Agora pode ser tarde demais para reconquistá-los.

 

As forças russas mantiveram seu bombardeio implacável nas principais cidades da Ucrânia.

 

Os ataques aéreos e tiros de artilharia russos continuavam a atingir áreas residenciais em todo o país. Como disseram os comandantes russos que vão destruir as Forças Armadas da Ucrânia.

 

Vários ataques aéreos atingiram novamente edifícios residenciais na capital ucraniana, Kiev, e na segunda cidade de Kharkiv nesta segunda-feira, horário de Brasil, matando pelo menos três pessoas e ferindo dezenas de outras, disseram autoridades.

 

Robert Mardini, diretor-geral do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, disse que a guerra se tornou “nada menos que um pesadelo” para aqueles que vivem nessas cidades sitiadas. “A situação não pode, não pode continuar assim”, disse ele. “A história está observando o que está acontecendo em Mariupol e em outras cidades.”

Muitas pessoas cansadas, famintas e assustadas se reúnem diariamente na estação ferroviária em Dnipro, no centro da Ucrânia, esperando longas horas pelos trens para evacuá-las para um local seguro.

O tempo está se esgotando para as centenas de milhares de civis presos pelos combates em Mariupol, Ucrânia.

 A história olhará para o que está acontecendo agora em Mariupol com horror se nenhum acordo for alcançado pelas partes o mais rápido possível.

Outra opção é negar formalmente a adesão à Otan para a Ucrânia, talvez possa interromper o ataque russo, ainda pode valer a pena. A tarefa imediata para todos deve ser acabar com a violência que já custou centenas de vidas de civis e militares.

No entanto, é preciso reconhecer que, por mais que se possa ter empatia com o ressentimento russo pela luxúria expansionista da Otan em sua vizinhança direta, as ações de Moscou nos últimos dias apenas aumentarão o apelo da Otan.

Por outro lado, a economia russa em queda e cairá nós ombros da população nós próximos anos.

Nosso comboio de ajuda chegou à #Ucrânia.

 11 caminhões transportam 200 toneladas de ajuda urgentemente necessária.

 Isso inclui alimentos, suprimentos médicos, kits para tratar os feridos e outros itens essenciais.

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