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Coronavírus Brasil: 459.045 óbitos

Alguns estados apresentaram um menor número de novos casos em virtude de uma instabilidade no sistema do Ministério da Saúde.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) apontou nesta terça-feira, 2.371 óbitos nas últimas 24h e 49.768 novos casos da doença.

O país registrou 49.768 novos casos, 2.371 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas e chegamos a 459.045 óbitos. 16.391.930 pessoas já foram diagnosticadas com Covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, mais de 14 milhões de pessoas já se recuperaram da doença no país.

#PainelConass Covid-19 Data: 28/05/2021, 18h Casos • 49.768 no último período • 16.391.930 acumulados Óbitos • 2.371 no último período • 459.045 acumulados.

28/05: Brasil registra 49.768 novos casos e 2.371 novos óbitos. *Alguns estados apresentaram um menor número de novos casos em virtude de uma instabilidade no sistema do Ministério da Saúde.

Nem todos os passageiros do voo de São Paulo para o Rio de Janeiro em que estava o homem diagnosticado com a variante indiana do coronavírus, foram testados para a Covid-19.

Segundo o superintendente em Vigilância em Saúde do Rio, Marcio Braga, 29 pessoas são monitoradas, mas só vão ser testadas se apresentarem sintomas.

Apenas quem teve contato direto com o morador de Campos, no Norte Fluminense, foi testado, como os funcionários do hotel em que ele se hospedou e pessoas que ficaram a menos de um metro e meio de distância dele. Todos testaram negativo para a doença até agora.

Governo de Minas orientou os municípios que já realizaram a vacinação dos grupos de pessoas com comorbidades – e que ainda possuem doses direcionas a este público sobrando em estoque – que avancem na imunização de outros grupos prioritários, como professores e trabalhadores da Educação, trabalhadores portuários e de aeroportos, população em situação de rua, entre outros, seguindo a ordem e os critérios do Plano Nacional de Imunização (PNI). A orientação foi publicada nesta sexta-feira (28/5) no Diário Oficial do Estado.

O secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Bacchereti, explicou, na quinta-feira (27/5), durante coletiva de imprensa na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, que o grupo de comorbidades é mais complexo de ser acessado devido à necessidade de comprovação. Além disso, a orientação do Ministério da Saúde para a vacinação contra a covid-19 em pessoas com comorbidades é mais restritiva que as de outras campanhas, como a da gripe, por exemplo. E como o número de pessoas com doenças preexistentes é calculado com base no cadastro de imunização contra Influenza, algumas doses acabam sobrando.

“Para dar legitimidade a esta expansão da vacinação, foi feito um memorando circular orientando que os municípios que já vacinaram os grupos de comorbidades e sobraram doses em seu estoque, que avancem no processo seguindo a ordem do PNI. Com isso, nós vamos evitar que as doses de vacinas fiquem paradas e, consequentemente, acelerar o processo de imunização ampliando o grupo vacinal”, afirmou o secretário.

Grupos

De acordo com a publicação, os municípios que já atenderam os grupos acima e ainda possuem disponibilidade de doses poderão ampliar para os próximos grupos de prioridade, como pessoas com deficiência permanente (18 a 59 anos) sem cadastro no BPC; pessoas em situação de rua (18 a 59 anos); funcionários do Sistema de Privação de Liberdade, desde que realizado na unidade de saúde; completar 100% das Forças de Segurança, salvamento e armadas; e trabalhadores da educação do ensino infantil (creche, pré-escolas), seguindo as faixas de idade de 55 a 59 anos, 50 a 54 anos, 45 a 49 anos, 40 a 44 anos.

Comportamento da população

Durante a entrevista à imprensa, o secretário de Saúde ainda alertou sobre a importância de a população mineira continuar tomando todas as medidas de higiene, distanciamento social e uso de máscaras como prevenção a uma possível terceira onda da doença. Essa conscientização, segundo ele, é a principal aliada ao trabalho realizado pelo estado de preparação e adequação do sistema de saúde.

“O comportamento da população é capaz de barrar qualquer nova cepa do vírus. Temos que lembrar que ele circula no contato interpessoal ou por estarmos juntos em algum ambiente sem usar máscara, sem higienizar a mão. Por isso a insistência nas medidas de prevenção. A terceira onda tem muito a ver com o comportamento da população. Esta nova cepa indiana tem um potencial de circulação no país e, associado à população perdendo o comportamento de distanciamento social, é muito perigosa “, explicou o médico Fábio Baccheretti.

Cepa do coronavírus, variante indiana, confirmado em Minas

 

 

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