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segunda-feira, junho 21, 2021
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Coronavírus: como prevenir o contágio

Sintomas principais do coronavírus: febre, cansaço e tosse seca.

Também pode aparecer em outras pessoas sintomas como: dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarreia.

Alguns indivíduos  infectados podem não apresentar sintomas.

Cerca de 80% se recupera da doença sem tratamento especial.

Casos complicados da doença atinge 1 pessoa em cada 6 pessoas infectadas e tem enormes dificuldades para respirar.

Os cuidados maiores são com os idosos e pessoas com problemas cardíacos, pressão alta ou diabetes. Essas tem um maior potencial de desenvolver doenças graves.

Devem procurar atendimento médico

Pessoas que apresentarem sintomas de febre, tosse e dificuldade em respirar devem procurar urgente um médico.

A transmissão do coronavírus ocorre entre pessoas.

Pequenas gotículas do nariz ou da boca de uma pessoa infectada podem ficar em objetos e superfícies ao redor, outras pessoas podem se infectar tocando esses objetos ou superfícies. Ao tocarem nos olhos, nariz e boca contraem doença.

  • Evitar contato próximo com pessoas doentes e que tenham infecção respiratória aguda
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um antisséptico para as mãos à base de álcool em gel, principalmente, após contato direto com pessoas doentes e antes de se alimentar.
  • Usar lenços descartáveis para higiene nasal (nada de lencinhos de pano!).
  • Cobrir nariz e boca sempre que for espirrar ou tossir com um lenço de papel e descartar no lixo
  • Higienizar as mãos sempre depois que tossir ou espirrar.
  • Evitar tocar em olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas.
  • Manter ambientes muito bem ventilados.
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal como copos, garrafas e talheres.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
  • Evitar contato com animais selvagens ou doentes.

A maioria dos coronavírus geralmente infectam apenas uma espécie animal ou pelo menos um pequeno número de espécies proximamente relacionadas. Porém, alguns coronavírus, como o SARS-CoV, podem infectar pessoas e animais. O reservatório animal para o coronavírus (COVID-19) ainda é desconhecido.

Os cientistas pesquisam se determinadas transmissão pode ocorrer entre animais (se a transmissão da infecção está ligada ao contato direto entre espécies intimamente relacionadas como morcegos, aves, porcos, felinos, cães, roedores e macacos).

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Período de incubação é o tempo que leva para os primeiros sintomas aparecerem desde a infecção por coronavírus, que pode ser de 2 a 14 dias.

De uma forma geral, a transmissão viral ocorre apenas enquanto persistirem os sintomas É possível a transmissão viral após a resolução dos sintomas, mas a duração do período de transmissibilidade é desconhecido para o coronavírus. Durante o período de incubação e casos assintomáticos não são contagiosos.

As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo.

Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.

É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada.

Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o coronavírus se espalha de pessoa para pessoa.

Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

 

  • gotículas de saliva;
  • espirro;
  • tosse;
  • catarro;
  • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

 

Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe.

 

O período médio de incubação por coronavírus é de 5 dias, com intervalos que chegam a 12 dias, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.

A transmissibilidade dos pacientes infectados por SARSCoV é em média de 7 dias após o início dos sintomas. No entanto, dados preliminares do coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas.

Até o momento, não há informações são suficientes de quantos dias anteriores ao início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.

Consumir todos os tipos de alimentos, especialmente frutas, verduras e legumes, auxiliam no bom funcionamento do corpo.

inhame é um tubérculo que auxilia na limpeza do sangue e fortalece os gânglios linfáticos. Eles são os postos avançados de defesa do sistema imunológico.

Vegetais de cor verde escura, como brócolis e couve, são uma ótima fonte de ácido fólico. Essa substância auxilia na produção dos glóbulos brancos, agentes de combate de invasores.

Alimentos amarelos e laranjas são ricos em vitamina C, betacaroteno e luteína que agem no sistema nervoso e influenciam diretamente no sistema linfático. Por exemplo, ameixa, pimentão, laranja, cenoura, mamão etc.

alho, um dos principais temperos da culinária brasileira, protege o coração além de melhorar o sistema imune. Isso porque ele altera a quantidade de citocinas pró e anti-inflamatórias.

 

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