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terça-feira, setembro 28, 2021
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Covid-19 | Variantes brasileira preocupa a comunidade InternacionaI que temem uma quarta onda ainda mais mortal

O Brasil vem perdendo o controle da pandemia com mais de 90 variantes identificadas no países.

Milhares de mortes e medidas contra a Covid-19 muito tem se mostrado ineficientes pelo mundo, especificamente o Brasil que passa por uma turbulência politica, onde o quadro se agrava a cada dia, os poderes não se entendem mais. A França decidiu no último dia 13 de abril de 2021, suspender todos os voos com o Brasil até novo aviso. O primeiro ministro Frances  Jean Castex, teceu varias criticas ao Brasil, inclusive arrancou gargalhadas dos deputados ao falar da recomendação do uso da Hidroxicloroquina pelo presidente Jair Bolsonaro, no período inicial da pandemia.

Pesquisa cientÍfica sobre o uso da (HCQ+AZM)

No entanto um grupo de médicos franceses passaram a defender o uso do kit covid, constituído por ( HCQ) + AZM), após um estudo preliminar envolvendo 88 participantes, que mostrou eficácia em pessoas infectadas e expostas a pessoas com caso positivo para a Covid-19. Você pode fazer o dowload do estudo completo AQUI COVID_19 – PESQUISA CIENTÍFICA – USO DO KIT COVID.

O pequeno número de pacientes pode ser explicado pelo fato de os autores terem sido obrigados a interromper suas investigações após a publicação, pelo ministro da Saúde, Olivier Véran, em razão de um decreto que proibia a prescrição do kit HCQ) + AZM fora do hospital. “Os médicos ficaram chocados com esta violação da prescrição”, lembra a Dra. Violaine Guérin, endocrinologista em Paris, e iniciadora do estudo ( baixe este estudo ).

Neste estudo não randomizado, 20 pacientes foram tratados com a combinação de hidroxicloroquina (400 a 600 mg / dia por um período de até dez dias) e azitromicina (500 mg no primeiro dia e 250 mg nos 4 dias seguintes) , 34 foram tratados apenas com azitromicina e 34 outros com tratamento sintomático (na maioria das vezes paracetamol), veja a matéria completa sobre este estudo aqui.

Variantes  do Coravirus

A P1, ou variante BR , é altamente contagiosa (entre  40% e 120% mais contagiosa do que a cepa original do coronavírus)  e muito fatal.  “há todos os motivos para se preocupar, se vier e crescer fora do Brasil, pode formar uma quarta onda mundial que pode ser muito mortal. ” isso é o temor dos mais de 60 países que impôs algum tipo de restrição ao Brasil.
O primeiro ministro Francês, disse que a França se aproxima perigosamente de 100.000 mortos , o governo está tentando ao máximo diminuir a epidemia, e essas variantes podem custar todos os seus esforços, já que essas novas cepas são um subtipo da original, porem mais resistente, que é o resultado de tratamento errado contra a Covid-19.
Os números ligados à variante brasileira na Europa não são, porém, alarmantes: segundo a Public Health France , em 16 de março de 2021, P1 representava apenas 0,5% dos casos . Benjamin Davido, especialista em doenças infecciosas do hospital Raymond-Poincaré em Garches, acredita que há poucas chances de que essa variante se torne a maioria na França.
Ironicamente, é porque outra variante conseguiu se estabelecer em alguns países da Europa, que a cepa brasileira está menos desenvolvida na França metropolitana: “   Como a competição bacteriana, há competição entre as variantes. No entanto, é preciso cautela, especialmente para a Guiana, que faz fronteira com o Brasil.

O temor da comunidade internacional seria do surgimento de uma quarta onda ainda mais mortal.

O que preocupa as autoridades sanitárias e o governo é a capacidade da variante P1 de circular rapidamente na população e sua potencial resistência às vacinas.  “  Faltam estudos científicos para saber se as três vacinas autorizadas na França são eficazes contra essa variante brasileira. É também a única variante, no momento, para a qual não temos resposta. Se se espalhar rapidamente na França, se for tão mortal quanto no Brasil, se criar reinfecções nos 20% dos franceses que já adoeceram, será um cenário de desastre ”, revela o infectologista de Raymond-Poincaré hospital.
As autoridades de saúde também estão monitorando de perto as variantes P2 e N9, ambas detectadas no Brasil. Embora pareçam não ter cruzado a fronteira com a França ainda, são perigosos o suficiente para estarem sujeitos a vigilância de perto.

 

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