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sexta-feira, setembro 17, 2021
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Dados do Ipea demonstram pressão inflacionária para os brasileiros

Inflação para os mais pobres chega a 10,63% no acumulado de 12 meses, diz Ipea

A classe média e grupos dos mais pobres foram os mais  impactados pela alta da inflação. 

O Indicador Ipea de Inflação que estas faixas registraram a pressão inflacionária continua maior nas classes de rendas mais baixas.

No mês de agosto, a inflação das famílias de renda muito baixa e de renda baixa apontou altas de 0,91%.

Para as famílias com renda superior a pressão da inflação apresentou variação mais amena de (0,78%). 

Para as famílias de renda baixa e média-baixa o acúmulo no ano, apresentam as maiores taxas de inflação (5,9%). 

A inflação no acumulado em doze meses, para as famílias de renda muito baixa, ficou 10,6%. Uma variação significativamente acima da registrada pela classe de renda alta 8%.

Para este grupo dos mais pobres o maior impacto foi no aumento relacionados aos transportes. 

Os aumentos de preços das proteínas animais, especialmente do frango (4,5%), dos ovos (1,6%), da batata (20%), do açúcar (4,6%) e do café (7,6%), acertaram em cheio na renda dos considerados mais pobres.

Embora as classes mais altas terem sido segmentos afetados pelo aumento dos preços dos alimentos, o principal foco inflacionário, em agosto, foi no grupo transportes, puxados principalmente pelos reajustes de 2,8% da gasolina e de 4,7% do etanol.

A pressão inflacionária também foi sentida pelos mais pobres nos aumentos de 1,1% da energia elétrica, de 2,7% do gás encanado de 2,4% do gás de botijão fizeram com que o grupo habitação fosse o responsável pela terceira maior contribuição para o aumento da inflação de agosto.

 As faixas de renda elevadas, também sentiram a pressão puxado com a alta nos preços dos automóveis novos (1,8%) e dos serviços de aluguel de veículos (6,6%).

Ipea: inflação é maior para as famílias de menor renda

As famílias com renda mensal até R $1.808,79 foram mais afetadas pela inflação em agosto, segundo o Ipea. De acordo com a pesquisa, a inflação para famílias de renda baixa e muito baixa ficou em 0,91%, enquanto para famílias com renda superior a R $17.764,49 houve alta de 0,78%.

A inflação dos alimentos em domicílios, energia elétrica, gás e medicamentos, foram impactantes. Enfim, todas as classes de alguma forma estão sentindo a pressão inflacionária. 

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