Deltacron: Queiroga confirma 2 casos no Brasil

"A orientação é clara, Se eu tiver que indicar uma medida, é a aplicação da dose de reforço”, alertou Queiroga.

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A variante Ômicron é muito mais contagiosa do que as antecessoras, e por isso o mundo tem batido sucessivamente o recorde de casos diários de Covid-19.

A variante Delta é muito mais mortal do que as antecessoras, e por isso o mundo tem muita preocupação com essa Variante.

Em 7 de janeiro, o virologista Leondios Kostrikis anunciou na televisão local que seu grupo de pesquisa da Universidade de Chipre em Nicósia havia identificado vários genomas de SARS-CoV-2 que apresentavam elementos das variantes Delta e Omicron.

Kostrikis disse que apesar do nome confuso, que as sequências eram de um vírus recombinante Delta-Omicron.

Ao examinar algumas de suas sequências, os pesquisadores notaram uma assinatura genética semelhante ao Omicron no gene da proteína spike, que ajuda o vírus a entrar nas células.

Outros pesquisadores também apontaram que, mesmo que as sequências não sejam resultado de contaminação, as mutações identificadas por Kostrikis não são exclusivas da Omicron e são encontradas em outras variantes, tornando ‘Deltacron’ um nome impróprio.

Segundo relatórios, a nova variante apelidada pela imprensa de ‘Deltacron’ foi detectada em pacientes hospitalizados por coronavírus.

Resumindo, a Deltacron é uma junção que combinou as variantes Ômicron (B.1.1.529 ou BA.1) e Delta (B.1.671.2).

Segundo os pesquisadores franceses, essa variante requer monitoramento, mas que o papel das autoridades sanitárias é tranquilizar a população.

Acredita-se que o híbrido esteja se espalhando desde janeiro, mas seu possível impacto ainda não está claro.

Um total de 10 casos de uma nova cepa de Covid, apelidada de “Deltacron” foram detectados na França. A variante é assim chamada por ser considerada um híbrido de Delta e Omicron.

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou a imprensa nesta manhã de terça-feira (15/03) e confirmou a existência de dois casos confirmados no Amapá e no Pará

“É uma variante de importância, que requer o monitoramento e manter a vigilância e a capacidade de resposta do sistema de saúde. Então as variantes são classificadas como variantes de importância, variantes de preocupação, a orientação é clara, Se eu tiver que indicar uma medida, é a aplicação da dose de reforço”, alertou Queiroga.

já foram confirmados casos na Europa e nos Estados Unidos.

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