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sexta-feira, setembro 17, 2021
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Desinformação e resistência a vacina podem prolongar a pandemia

As pesquisas indicam que as vacinas em uso contra a COVID-19 são eficazes contra estas versões do vírus

O vírus SARS-CoV-2 tem em sua genética a propriedade de mutações e carrega em sua linhagem o processo de proliferação.

As mutações de novas variantes para escapar da resposta imune, reduzindo a eficácia das vacinas, continua sendo uma ameaça.

Desde o final do ano passado, os países foram invadidos por uma sucessão de variantes do coronavírus, cada uma com seu próprio conjunto de mutações que conferem características virais ligeiramente diferentes.

Quanto mais rápido os cientistas mapeiam o sequenciamento de novas variantes, diminui a capacidade da cepa de escapar dos anticorpos e não somente os induzidos por vacinas. Isto faz com que os cientistas diante de uma imagem abrangente das variantes circulantes, permitindo que fique um passo à frente e possam  explorar  soluções de vigilância genômica.

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Linhagem e Mutações do Sars-CoV-2

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A variante alfa – B.1.1.7, também conhecida como VUI, foi detectada pela primeira vez no Reino Unido em outubro de 2020 a partir de uma amostra tirada no mês anterior, e rapidamente começou a se espalhar em meados de dezembro por ter a genética de ser  infecciosa 

A variante Delta (B.1.617), identificada na Índia, parece ser muito mais transmissível que as duas anteriores. É estimada que seja 40% mais contagiosa

Essa variante Delta – B.1.617.2. se espalhou rapidamente na Índia, em Portugal deixando a Europa alerta 

Nos Estados Unidos, que serve de exemplo para o Brasil, o vírus ficou lá por meses, fazendo pouco enquanto o alfa avançava. 

Em 8 de maio, o delta causou  cerca de 1% das novas infecções em todo o país.

No final de julho, era responsável por 93,4% das novas infecções, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

A pandemia de coronavírus na América tornou-se uma pandemia delta.

A velocidade que o Delta dominou a pandemia nos Estados Unidos deixou os cientistas nervosos sobre o que o vírus fará a seguir. 

A variante Delta está enviando milhares de pessoas para hospitais todos os dias e em poucas semanas, a variante delta mudou os cálculos do que será necessário para acabar com a pandemia .

Segundo o The Washington Post, epidemiologistas esperavam que 70 ou 80 por cento da população vacinada, em combinação com a imunidade contra infecções naturais, colocaria o vírus sob controle. Mas um vírus mais contagioso significa que a meta de vacinação deve ser muito mais alta, talvez na faixa de 90 por cento.

No relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) a concentração de 75% das vacinas contra a covid-19 está em dez países. Globalmente, vacinar 50% da população mundial pode levar anos. 

Em países com fornecimento adequado de vacinas, as infecções estão diminuindo; em locais onde a cobertura ainda é baixa, as infecções permanecem altas.

Segundo o The Washington Post, nos Estados Unidos, a meta de vacinar 90% da população pode ser impossível de alcançar a qualquer momento, dada a resistência à vacina.

O mesmo ocorre no Brasil onde tem uma concentração alta de não vacinados e àqueles que resistem às vacinas, o vírus tem oportunidades abundantes não apenas de se espalhar e adoecer um grande número de pessoas, mas de sofrer mais mutações.

As pesquisas indicam que as vacinas em uso contra a COVID-19 são eficazes contra estas versões do vírus

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