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sexta-feira, setembro 17, 2021
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Evaldo Braga, o ídolo negro

A cruz que carrego (Isaías Souza, 1972), um dos maiores sucesso cantada por Evaldo Braga. 

O cantor no auge do sucesso, um triste fim. 

Morreu, não deixou parentes, nem quem embolsa seus direitos autorais. 

Evaldo Braga se apresentava no Brasil inteiro e sua morte foi uma comoção. 

O cantor era muito católico, sempre se apresentava em público com um terço na mão direita. 

Na noite de 30 de janeiro de 1973, o cantor se apresentava em Belo Horizonte, quando de maneira involuntária, o terço foi arrancado da mão do artista por uma fã que agarrou o Ídolo negro no palco. Evaldo ficou aflito.

Na manhã do dia seguinte, Evaldo Braga no auge da carreira, aos 25 anos, saiu de cena, um acidente trágico entre uma Variant e um caminhão tirou a vida do cantor, encerrando sua carreira de 3 anos.

Morreram o cantor, seu empresário e o motorista. A voz do cantor foi silenciada. 

A cruz que carrego (Isaías Souza, 1972), um dos maiores sucesso cantada por Evaldo Braga. 

Filho de pai desconhecido, abandonado pela mãe quando tinha poucos meses de vida, Evaldo foi criado em abrigos públicos.

É difícil falar da vida deste maravilhoso cantor, sem se emocionar.

Saiba mais em

Livro sustenta peso da cruz carregada com fé pelo ‘ídolo negro’ Evaldo Braga

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