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segunda-feira, junho 21, 2021
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FDA e CDC recomendam a paralisação do uso da vacina da Janssen nos Estados Unidos

Surgimento de coágulo considerado raro e grave no sangue

Jornalista Hernane Amaral,
Portal GmundoNews, Portal AmaralNews
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Os principais órgãos americanos de controle de vacinas contra Covid-19,  recomendaram a suspensão do imunizante do braço farmacêutico da Johnson & Johnson nos Estados Unidos devido ao surgimento de coágulo considerado raro e grave no sangue.

Foram aplicadas 6,8 milhões de doses da vacina da Janssen nos Estados Unidos e os órgãos informaram que houve complicações em mulheres com idades entre 18 e 48 anos, e os sintomas surgiram de 6 a 13 dias após a vacinação.

“O CDC vai convocar uma reunião com o Comitê Consultivo em Práticas de Imunização (ACIP) na quarta-feira para analisar mais a fundo esses casos e avaliar sua importância potencial”, escreveu a FDA em comunicado publicado no Twitter.

Até que o processo seja concluído, recomendamos esta pausa. Isso é importante para garantir que a comunidade de profissionais de saúde esteja ciente do potencial para esses eventos adversos e possa planejar devido ao tratamento exclusivo necessário para este tipo de coágulo sanguíneo.

“O FDA vai revisar a análise, pois também investiga esses casos. Até que o processo seja concluído, estamos recomendando uma pausa no uso desta vacina para exigir muita cautela. Isso é importante, em parte, para garantir os cuidados de saúde A comunidade de provedores está ciente do potencial destes eventos adversos e pode planejar o reconhecimento e o manejo adequados devido ao tratamento exclusivo necessário para este tipo de coágulo sanguíneo. “

CDC will convene a meeting of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) on Wednesday to further review these cases and assess their potential significance. FDA will review that analysis as it also investigates these cases.

O CDC irá convocar uma reunião do Comitê Consultivo em Práticas de Imunização (ACIP) na quarta-feira para revisar esses casos e avaliar sua importância potencial. O FDA revisará essa análise, pois também investiga esses casos.

A segurança da vacina COVID19 é uma das principais prioridades do governo federal, e levamos muito a sério todas as notificações de problemas de saúde após a vacinação COVID-19.

Ainda não se sabe a relação  do imunizante com a formação de coágulos sanguíneos. As primeiras investigações que seis mulheres foram vacinadas, desenvolveram um distúrbio raro envolvendo coágulos sanguíneos.

Esses coágulos sanguíneos chamados trombose de seios venosos cerebrais é uma doença cerebrovascular causada pela oclusão dos seios venosos e/ou das veias cerebrais por trombos. 

Cerca de 1% dos casos ocorre em adultos jovens, principalmente mulheres. A mortalidade é em torno de 10%, e até 80 % dos pacientes conseguem se recuperar sem nenhum déficit físico.

Os coágulos sanguíneos são uma reação adversa rara em que a pessoa desenvolve como uma forma de bloquear feridas e podem se formar de forma excessiva e descontrolada e em lugares inapropriados, como dentro de uma artéria ou de uma veia. Quando isso acontece, os coágulos podem interromper um fluxo fundamental do sangue.

A vacina Janssen foi considerada pela FDA 86% eficaz contra formas graves da covid-19.

A vacina da Janssen parecia a mais segura das vacinas e aplicada em dose única, demonstrando sua “eficácia em pacientes adultos maiores de 18 anos”.

A  vacina da Janssen foi baseada em vectores de adenovírus sorotipo 26 (Ad26). Os adenovírus são um tipo de vírus que causam o resfriado comum – portanto, são bons transportadores em seres humanos. Ao serem modificados para desenvolver a vacina, eles não se replicam e não causam resfriado

No Brasil a Anvisa não observou efeitos colaterais que possam causar questões graves em razão do uso do imunizante, entretanto, existe algumas incertezas em relação ao imunizante quanto à eficácia e segurança quanto às novas variantes do novo coronavírus.

A vacina da Janssen foi comprada pelo governo federal em 20 de março, entretanto, ainda não está sendo aplicada no país. 

No Brasil está sendo aplicada a vacinas CoronaVac, do Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac, com eficácia de 62,3% com intervalo maior entre doses. É eficaz contra as três variantes do novo coronavírus que circulam no país

A vacina Covid-19 de Oxford-AstraZeneca, que a Fiocruz produz no Brasil, os estudos demonstraram que a primeira dose da vacina já garante eficácia geral de 76%, dos 22 aos 90 dias após a aplicação.

Na segunda dose de reforço, a eficácia da vacina sobe para 82,4%. Para casos mais graves da doença, a eficácia foi de 100%, uma vez que não houve internações hospitalares.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que recebeu no dia 1º de abril o pedido para uso emergencial do coquetel Regen-Cov, testado contra a covid-19, e dará parecer em até 30 dias. Para fazer a avaliação, o órgão federal usará o relatório técnico emitido pela autoridade americana Food and Drug Administration (FDA), que autorizou o uso emergencial do produto em 2020, além dos dados apresentados no processo.

Veja também

Variantes brasileiras são perigosas e mata mais rápido

Pesquisadores da UFMG e do Grupo Pardini alertam que nova variante do novo coronavírus pode estar circulando em Belo Horizonte e outras cidades mineiras. A equipe sequenciou 85 genomas de Sars-CoV-2 de amostras clínicas coletadas na região metropolitana de Belo Horizonte e identificou dois novos genomas com um conjunto de 18 mutações desconhecidas, o que caracteriza possível nova cepa do Sars-CoV-2.

Para evitar o colapso do sistema de saúde, os municípios de Belo Horizonte e Montes Claros adotaram medidas mais severas de restrição da circulação de pessoas, e seguindo orientações do Comitê Permanente da UFMG de Enfrentamento ao Novo Coronavírus.

Enquanto isto a variante brasileira que foi detectada em Manaus, do Novo Coronavírus brasileira conhecida como P.1 é a segunda mutação mais perigosa detectada nos Estados Unidos.

 

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