G7 vai “proibir ou eliminar gradualmente importações de petróleo russo”

O objetivo é isolar economicamente a Rússia por completo para não ter meios de financiar a guerra criminosa e o assassinato em massa de civis desarmados.

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Foto histórica da reunião dos líderes do G7 Biden em frente a uma tela mostrando Zelensky sentado na mesma mesa que o primeiro-ministro canadense Trudeau. Telegram

Jornalista Hernane Amaral,

Portal GmundoNews

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Os líderes do Grupo dos Sete fizeram uma reunião online, no domingo (08/05), com o presidente Volodymyr Zelensky e prometeram impor um embargo de petróleo contra a Rússia, aumentando o fornecimento de armas modernas e pesadas para a Ucrânia.

O Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) apoia uma solução pacífica na Ucrânia.

O Órgão emitiu declaração presidencial sobre a manutenção da paz e da segurança no país. O texto afirma a preocupação sobre a situação na Ucrânia e recorda que todos os Estados-membros assumiram, na Carta das Nações Unidas, a obrigação de resolver suas disputas por meios pacíficos.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, em visita na Ucrânia, ao qual comandou a retiradas de civis de refugiados, disse que manteve encontros separados com os presidentes Vladimir Putin e Volodimyr Zelensky.

Guterres reforçou que o mundo deve se unir para “silenciar as armas e defender os valores da Carta da ONU”. Ele adicionou que não irá “poupar esforços para salvar vidas, reduzir o sofrimento e encontrar o caminho da paz”.

A coordenadora humanitária da ONU na Ucrânia, Osnat Lubrani, responsável pelos resgates e criando passagem segura para a saída dos civis na siderúrgica de Azovstal.

Osnat Lubrani afirmou que ouviu mães, crianças e avós frágeis falarem sobre o trauma de viver dia após dia sob bombardeio implacáveis ​​e o medo da morte, e com extrema falta de água, comida e saneamento.

Ela relatou que famílias puderam ser reunidas após semanas, mas que muitos ficaram chocados ao observar a destruição causada pela violência em Mariupol.

Para Osnat Lubrani, essas histórias de Mariupol e de outros lugares da Ucrânia são um testemunho da “crueldade dessa guerra injusta”.

A Guerra

O presidente Putin autorizou que a Forças Armadas da Rússia invadir a Ucrânia e travaram uma guerra agressiva, não provocada, contra um país independente. As atrocidades cometidas é uma vergonha para a Rússia e para os sacrifícios históricos feitos por seu povo durante a Segunda Grande Guerra Mundial. As invasão contra a Ucrânia desde 2014, a Rússia violou uma ordem internacional baseada em regras, principalmente a Carta da ONU, criada após a Segunda Guerra Mundial para salvar as gerações futuras.

Para líderes do Grupo dos Sete, “importante é a união e convicção de que o presidente Putin não deve vencer esta guerra contra a Ucrânia. É nosso dever para com a memória de todos aqueles que lutaram pela liberdade durante a Segunda Guerra Mundial continuar a luta hoje pelo povo da Ucrânia, pelo povo da Europa e pelo mundo”.

Hoje, 08 de maio, tivemos a honra de nos juntarmos ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy. Asseguramos a ele nossa total solidariedade e apoio à corajosa defesa da Ucrânia de sua soberania e integridade territorial, e sua luta por um futuro pacífico, próspero e democrático dentro de suas fronteiras internacionalmente reconhecidas, com as liberdades e liberdades que tantos de nós desfrutamos hoje.

O presidente Zelensky deixou claro e afirmou que o objetivo final da Ucrânia é garantir a retirada total das forças e equipamentos militares da Rússia de todo o território da Ucrânia e garantir sua capacidade de se proteger no futuro e agradeceu aos membros do G7 por seu apoio. A este respeito, a Ucrânia salientou que conta com os seus parceiros internacionais, em particular os membros do G7, para prestar a assistência necessária no domínio das capacidades de defesa, bem como para assegurar uma recuperação rápida e eficaz da economia da Ucrânia e assegurar sua segurança econômica e energética.

O G7 tranquilizou o presidente Zelenskyy e garantiu que “a nossa prontidão contínua para assumir novos compromissos para ajudar a Ucrânia a garantir seu futuro livre e democrático, de modo que a Ucrânia possa se defender agora e impedir futuros atos de agressão. Para esse fim, continuaremos nossa assistência militar e de defesa contínua às Forças Armadas da Ucrânia”.

“Sob nenhuma circunstância os civis e aqueles que não participam ativamente das hostilidades podem ser alvos legítimos. Não pouparemos esforços para responsabilizar o presidente Putin e os arquitetos e cúmplices dessa agressão, incluindo o regime de Lukashenko na Bielorrússia, por suas ações de acordo com o direito internacional”.

“Apoiamos o trabalho em curso para investigar e recolher provas a este respeito, incluindo o Procurador do Tribunal Penal Internacional, a comissão de investigação independente mandatada pelo Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas e a Organização para a Segurança e Cooperação na missão da Europa de especialistas”.

Os líderes prometeram continuar impondo o embargo ao petróleo russo, abandonando gradualmente os suprimentos o mais rápido possível. Além de impor sanções adicionais aos principais bancos russos, propagandistas e membros parceiros da elite do Kremlin.

O objetivo é isolar economicamente a Rússia por completo para não ter meios de financiar a guerra criminosa e o assassinato em massa de civis desarmados.

A Ucrânia vai receber do Grupo dos Sete um pacote de assistência financeira em larga escala nas próximas semanas e se comprometeram a ajudar a reconstruir o país pós guerra.

Declaração dos Líderes do G7

 

Українські Правди (Verdades Ucranianas)

 

 

 

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