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Governo Federal orienta de forma segura volta segura às aulas presenciais

RECOMENDAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NO RETORNO PRESENCIAL ÀS AULAS DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19: EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL E SEGURANÇA DOS ALIMENTOS

Covid-19 Data: 04/08/2021, 18h

O país registrou 559.607 vítimas e 40.716 novos casos e 20.026.533 de infectados pela Covid-19, 1.175 óbitos no período de 24 horas e 18.800.884 recuperados, em acompanhamento: 666.042.

Média Móvel de Casos (32.778) está em queda de -28,99% em relação a 7 dias atrás(46.162) e -13,16% em relação a 14 dias atrás(37.746)

Média Móvel de Óbitos (918) está em queda de -15,16% em relação a 7 dias atrás (1.082) e -21,74% em relação à 14 dias atrás (1.173)

OMS pede interrupção de aplicação de doses de reforço de vacina contra Covid-19. A ideia é permitir que pelo menos 10% da população de cada país seja vacinado antes que países ricos comecem a aplicar a terceira dose.

Portaria interministerial prevê diretrizes para o retorno das atividades de ensino e aprendizagem da educação básica.

O Governo Federal orienta que a volta às aulas sejam feito de forma segura, necessário à higienização das mãos, o distanciamento entre mesas e cadeiras, com marcações no chão de pelo menos um metro entre os alunos dentro e fora da sala de aula. O uso de máscaras, protetores faciais e capacitação dos profissionais.

Todas as orientações estão na portaria interministerial assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro, nesta quarta-feira (4/8).

“Os trabalhadores da educação foram priorizados na campanha de vacinação contra a Covid-19. O Ministério da Saúde já destinou doses suficientes para vacinar 100% deles e mais de 3,2 milhões de profissionais do ensino básico já receberam ao menos a primeira dose da vacina”, ministro Queiroga.

Temos que enfrentar o compromisso em conciliar o enfrentamento do problema sanitário com a retomada das atividades na pandemia. A vacinação é a saída para o fim da crise pandêmica. “As crianças têm sido muito penalizadas, sabemos que o advento da tecnologia possibilita às aulas a distância, mas o presencial nunca será substituído. Por isso que todo mundo tem olhado para a volta às escolas com muita atenção. Há um consenso: o retorno às aulas não pode mais ser postergado”, afirmou.

“Hoje, nós temos as vacinas necessárias para imunizar os profissionais da educação e elas já foram distribuídas aos estados.”, ministro da Educação, Milton Ribeiro.

O guia que foi elaborado pelo Ministério da Saúde, vai orientar os gestores regionais, professores e profissionais da educação para o retorno das aulas presenciais na educação básica.

O guia ainda prevê a manutenção de ambientes ventilados, o escalonamento no horário de entrada e saída dos estudantes e os intervalos entre as turmas, a medição de temperatura de estudantes e profissionais ao chegarem ao ambiente escolar. Necessário à intensificação da higiene das mãos. As recomendações também dedicam atenção especial aos pais surdos ou com outra deficiência para que recebam as informações em Libras.

Estudos conduzidos em vários países indicam que as taxas de infecção pela Covid-19 em escolas são menores do que na comunidade em geral.

Para garantir a aquisição de materiais e insumos necessários para prevenir a Covid-19, o Ministério da Saúde já destinou R$ 454 milhões aos municípios. O recurso está disponível para escolas de ensino básico da rede pública de todo o país.

Acesse aqui para as orientações e protocolos para a volta às aulas com segurança.

Deve ser mantida quantidade suficiente de máscaras para as trocas durante o período de permanência na escola, considerando o período máximo de uso de 3 horas para máscara de tecido e 4 horas para máscara cirúrgica, ou trocas sempre que estiverem úmidas ou sujas;

Evitar o uso de áreas comuns, como bibliotecas, parquinhos, pátios e quadras.

No caso da prática de atividade física, optar sempre que possível por atividades individuais e ao ar livre;

Evitar ao máximo uso de materiais coletivos e o compartilhamento de materiais;

Fazer uso de máscaras, inclusive durante a atividade física;

Evitar atividades em grupo, programas após a escola e grandes eventos;

Realizar as refeições nas salas de aula em vez de utilizar o refeitório;

Suspender o uso de armários compartilhados;

Evitar a entrada de voluntários, convidados externos e pais/responsáveis na escola;

Orientar que os estudantes levem suas garrafas de água, evitando a utilização de bebedouros coletivos e o compartilhamento de garrafas;

Intensificar a frequência de limpeza e desinfecção para minimizar o potencial de exposição a gotículas respiratórias;

RECOMENDAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR NO RETORNO PRESENCIAL ÀS AULAS DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19: EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL E SEGURANÇA DOS ALIMENTOS

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