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quinta-feira, junho 24, 2021
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Inatividade física das pessoas durante a Pandemia piora a saúde

Analisar prevalências de inatividade física e fatores associados, e exercícios e esportes praticados

 

Pesquisadores da Universidade de Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP apontam a inatividade física e o isolamento social como um risco para a saúde. 

Testes realizados indicam que o confinamento forçado piorou a saúde dos voluntários. 

Houve perda de força muscular, enrijecimento dos nervos, aumento do colesterol e triglicérides. Aumento de níveis de glicose no sangue, um problema aos diabéticos. 

Na avaliação foi contabilizado o peso inicial e final. Foi realizada a medição da massa corporal (IMC). Verificação do percentual de gordura corporal, circunferência abdominal, pressão arterial.

Testes respiratórios mostraram durante caminhadas perda gradual na coordenação motora.

Já as pessoas com deficiências físicas a inatividade piorou  as condições cardiovasculares, perda de força e agilidade. Piorou a coordenação motora e o equilíbrio.

RESUMO

OBJETIVO: Analisar prevalências de inatividade física e fatores associados, e exercícios e esportes praticados segundo escolaridade em 2.050 adultos de 18 a 59 anos de idade – Estado de São Paulo, Brasil.

MÉTODOS: Estudo transversal de base populacional com amostra estratificada e em múltiplos estágios. A inatividade física global foi aferida pelo International Physical Activity questionary – IPAQ short version, e por questão sobre prática regular de atividade física no lazer. A análise dos dados levou em conta o desenho amostral.

RESULTADOS: A prevalência de inatividade física no lazer foi maior entre as mulheres. Já a inatividade física pelo IPAQ foi maior entre os homens. Modelos de regressão múltipla de Poisson indicaram, nos homens, menor inatividade física pelo IPAQ nos solteiros e separados, estudantes e aqueles que não possuíam carro. A inatividade física no lazer foi maior nos homens acima de 40 anos e com menor escolaridade ou apenas estudantes. A inatividade física pelo IPAQ, nas mulheres, foi mais prevalente entre as com maior escolaridade, ocupações menos qualificadas e viúvas; a inatividade física no lazer diminuiu com o aumento da idade e da escolaridade. Entre as modalidades praticadas no lazer, a caminhada foi a mais prevalente nas mulheres e o futebol nos homens. A maioria das modalidades foi diretamente associada à escolaridade; aproximadamente 25% dos indivíduos com mais de 12 anos de estudo praticava caminhada.

CONCLUSÕES: Estes resultados sugerem que intervenções e políticas públicas de promoção da atividade física devem considerar diferenças socioeconômicas, de gênero, bem como as modalidades e o contexto em que a atividade física é praticada.

 

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