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terça-feira, setembro 28, 2021
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Leo Pinheiro escreveu carta e negou as denúncias feitas contra o ex-presidente Lula (PT)

A juíza Maria Carolina Akel Ayoub atendeu ao pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Léo Pinheiro, ex-presidente da Construtora OAS, réu na Operação Lava Jato, que aceitou pagar R$ 45 mi em acordo e ficará 5 anos preso em casa, que motivou e delatou Lula.

Em uma carta escrita mão onde o empreiteiro, voltou atrás na delação feita contra o ex-presidente Lula, de corrupção e tráfico de influência, foi um dos elementos que motivou que o processo do petista fosse arquivado pela juíza federal Maria Carolina Ayoub, da 9ª Vara Federal de São Paulo.

Na delação de Léo Pinheiro, acusou que o ex-presidente Lula atuou pessoalmente para que o Brasil conquistasse um espaço maior no Banco Centro-Americano de Integração Econômica (BCIE) e beneficiasse a empreiteira.

A carta escrita à mão por Leo Pinheiro em maio e anexada ao processo em junho, que afirma desconhecer o pagamento de propina a autoridades investigadas no caso e que não sabe se houve intercessão de Lula.

A carta foi usada pela defesa de solicitando o arquivamento da acusação de corrupção e tráfico de influência internacional.

“Não tenho conhecimento, nem autorizei nenhum pagamento ou oferta de vantagens indevidas ou me foi solicitado ou exigida pelas pessoas e não houve nenhuma menção direta ou indireta sobre vantagens indevida”, destaca Léo Pinheiro em trechos do manuscrito.  “A empresa OAS não obteve nenhuma vantagem, pois inclusive não foi beneficiada por empréstimos do BCIE”, concluiu.

Na carta ele volta atrás sobre a empresa ter reformado o tríplex de Guarujá

Na decisão, a juíza federal Maria Carolina Ayoub, da 9ª Vara Federal de São Paulo, determinou o arquivamento da investigação contra Lula e estendeu o benefício ao ex-presidente OAS Léo Pinheiro, Augusto Uzeda (ex-executivo da OAS), o ex-presidente do Instituto Lula Paulo Okamoto, deixaram de ser investigados.

A juíza Maria Carolina Akel Ayoub atendeu ao pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Para a magistrada, “não há elementos mínimos para dar continuidade à investigação e que os crimes imputados ao ex-presidente já teriam prescrito”

Foram beneficiados o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, o ex-executivo da OAS Augusto Uzeda, e o ex-presidente do Instituto Lula Paulo Okamoto.

A investigação foi instaurada a partir da delação premiada de Léo Pinheiro. Segundo ele, Lula teria sido contratado pela OAS S.A. para promover palestra na Costa Rica a fim de influenciar os dirigentes daquele país a fazer negócios com a construtora.

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