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quarta-feira, outubro 27, 2021
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Linhagem e Mutações do Sars-CoV-2

Os cientistas para  entender melhor e estudar os vírus, criaram um sistema de nomenclatura para as diferentes linhagens do SARS-CoV-2, que permite comparar os resultados obtidos em qualquer região do planeta e detectar quais linhagens são mais prevalentes e estão circulando em uma área ou em um dado momento.

Definindo linhagem de um vírus, se assemelha como organismo de uma série de geração que carrega um material genético. Essa  série de gerações leva uma linha de parentesco, genealogia, cepa ou estirpe. Esses  organismos compartilham de um ancestral comum e apresentam mutações similares.

Quando o vírus circula livremente, formam um conjunto de mutações já identificadas como mutações em algumas linhagens do coronavírus (Sars-CoV-2). As consequências permite que ocorra a transmissão entre as pessoas.

 

Os Pesquisadores da Fiocruz, durante e depois de nove meses do surgimento do Covid-19 no Amazonas, sequenciaram 79 genomas do Sars-CoV-2, a partir de amostras obtidas em 18 municípios do estado.

Desta forma, novas linhagens de diversos organismos surgem a partir de mutações, que em sua grande maioria são prejudiciais a essas mutações.

Assim como no Brasil e em outros países demonstraram que a genética dessas variantes se diferencia do vírus que apareceu em janeiro de 2020 na China.

 

Entretanto, as linhagens, cepas e mutações do coronavírus são preocupantes quando uma série de pessoas começa a adoecer. Mesmos com todas as transformações não deixam de ser o SARS-CoV-2.

 

Apesar de tantas transformações, a maioria das mutações não causa mudanças na capacidade das mutações em diferentes partes, cuja infecção ou gravidade da doença.

O que impressiona a ciência é a capacidade do vírus SARS-CoV-2, dependendo do ambiente, ocorrer mutações levando à genética e essas mudanças podem levar o vírus a se tornar mais transmissível ou mais mortal.

 

Isto ocorreu com a variante SARS-CoV-2 Delta, também conhecida como linhagem B.1.617.2, é uma variante da linhagem B.1.617 do SARS-CoV-2, o vírus que causa COVID-19. Foi detectado pela primeira vez na Índia no final de 2020. A OMS nomeou-o variante Delta em 31 de maio de 2021.

Essa mutação do vírus do SARS-CoV-2 consegue mudar mais rapidamente que outros microrganismos como bactérias e fungos, sendo classificados em linhagens distintas por pequenas diferenças em seu material genético.

Os pacientes infectados podem não se sentir muito doentes e a variante muito mais contagiosa,  coloca outras pessoas em risco.

Os dados mais recentes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças daquele país, a diretora do CDC, Rochelle Walensky, descreveu que estamos agora em uma pandemia de não vacinados e esta é uma questão de vida ou morte. Se você ainda não está totalmente vacinado contra Covid-19, não é tarde demais para proteger a si mesmo e aos outros tomando a vacina. A variante Delta como um vírus muito diferente do que se instalou no ano passado, capaz de gerar infecções mesmo entre pessoas vacinadas, embora e provavelmente com menos gravidade.

“Hoje, assinei a recomendação do Comitê Consultivo em Práticas de Imunização (ACIP) do CDC que endossou o uso de uma dose adicional da vacina COVID-19 para pessoas com sistemas imunológicos comprometidos de moderada a gravemente após uma série inicial de vacinas de duas doses”. Rochelle Walensky

“Esta recomendação oficial do CDC – que segue a decisão do FDA de alterar as autorizações de uso de emergência das vacinas – é um passo importante para garantir que todos, incluindo os mais vulneráveis ​​ao COVID-19, possam obter o máximo de proteção possível com a vacinação do COVID-19”. Rochelle Walensky

Os cientistas para  entender melhor e estudar os vírus, criaram um sistema de nomenclatura para as diferentes linhagens do SARS-CoV-2, que permite comparar os resultados obtidos em qualquer região do planeta e detectar quais linhagens são mais prevalentes e estão circulando em uma área ou em um dado momento.

 

Até o momento um conjunto de mutações foi identificado em algumas linhagens do coronavírus (SARS-CoV-2) que permitem estes sejam mais transmissíveis entre as pessoas, mas nada foi encontrado até o momento sobre mutações que levariam a um quadro mais complicado da doença ou mesmo maior mortalidade. Devido às linhagens surgirem continuamente na medida em que o vírus infecta uma quantidade maior de pessoas, fica clara a necessidade de monitorar a evolução do genoma viral e a prevalência das diferentes linhagens ao longo do tempo.

 

O objetivo dos cientistas é saber exatamente onde e como ocorreram as primeiras infecções pelo Sars-CoV-2 em humanos.

Estudos chama a atenção para o fato de que a pandemia ainda não acabou e novos cenários de transmissão e risco podem surgir.

O elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da nova variante e destaca a necessidade de combinar vacinação com o uso de máscaras, incluindo campanhas e busca ativa.

Essa nova mutação preocupa o mundo

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