Lula participa do Encontro de Alto Nível da América Latina no Parlamento Europeu em Bruxelas

O ex-presidente falou do seu futuro político e diz que ainda é cedo para farlamos em vice

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15/11

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na Bélgica para discutir no Parlamento Europeu.

A viagem do ex-presidente foi para manter uma pauta progressista em Bruxelas, França e Espanha.

“Hoje tive a honra de receber o ex-presidente Lula.  Conversamos sobre a difícil situação no Brasil, especialmente no que diz respeito à proteção do clima e à democracia, e como as relações podem ser melhoradas.  Muito obrigado pelo intercâmbio interessante”! Katarina Barley – vice-presidente do Parlamento Europeu. 

Durante uma coletiva a imprensa, Lula disse que respeita o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e negou ainda ter um vice para uma possível candidatura em 2022

O ex-presidente fala do seu futuro político e diz que ainda é cedo para farlamos em vice.

Já tenho 22 vices… Enquanto ainda nem decidi se sou candidato. A escolha de um vice tem que ser levada muito a sério. Tem que ser alguém que some, e não que tenha divergência.

 

Política é como futebol, você dá uma canelada no cara, ele cai chorando de dor, mas depois que termina o jogo, eles se encontram, se abraçam, vão tomar uma cerveja e discutir o próximo jogo. Política é assim. Nas divergências todo mundo joga bruto porque quer ganhar.

 

Eu disputei as eleições de 2006 com o Alckmin, mas tenho profundo respeito por ele. Mas eu não tô discutindo vice ainda porque não discuti a minha candidatura. Quando eu decidir, aí sim eu vou sair a campo pra procurar alguém pra ser vice.

 

Estamos vivendo, e não apenas no Brasil, uma situação extremamente delicada. O discurso feito por Trump se espalhou pelo mundo. Bolsonaro é uma cópia mal feita do Trump e hoje representa uma peça importante para os fascistas da extrema direita mundial.

 

Agradeço a oportunidade de falar no Parlamento Europeu e poder, diante da imprensa internacional, agradecer às forças progressistas europeias tão solidárias ao Brasil desde o golpe contra a presidenta Dilma até minha prisão. Estou livre. E o juiz que me condenou está sob suspeição.

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