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mais de 1 milhão de brasileiros receberam a dose de reforço e adicional da Covid-19

Idosos acima de 60 anos, imunossuprimidos e profissionais de saúde estão nesta etapa da imunização

Data: 05/10/2021, 18h

O país registrou: Vítimas Acumuladas: 598.829 – Óbitos no período de 24 horas: 225 – Novos casos: 20.528 – Infectados Acumulados: 21.499.074 – Recuperados: 20,48 mi

A maioria das mortes por Covid-19 são de quem não tomou vacina; só imunização coletiva pode controlar a pandemia.

Faltam 1.171 óbitos para o país atingir o triste número de 600 mil mortes por Covid-19. 

O DF e SP registraram quase 4 mil casos cada um, o que é bem incomum.

Média Movel de Casos (16.755) está em queda de -12,92% em relação a 7 dias atrás (19.242) e queda de -48,52% em relação a 14 dias atrás (32.548)

Média Móvel de Óbitos (483) está em queda de -15,56% em relação a 7 dias atrás (572) e -7,11% em relação à 14 dias atrás (520)

Idosos acima de 60 anos, imunossuprimidos e profissionais de saúde estão nesta etapa da imunização

MAIS IMUNIDADE

Em duas semanas, mais de 1 milhão de brasileiros receberam a dose de reforço e adicional da Covid-19

Idosos acima de 60 anos, imunossuprimidos e profissionais de saúde estão nesta etapa da imunização

Com mais de 92% dos 158 milhões de brasileiros adultos com a primeira dose, o Ministério da Saúde segue em ritmo acelerado em outra importante estratégia para colocar fim ao caráter pandêmico da Covid-19. Neste sábado (02), o Brasil já registra mais de um milhão de brasileiros com a imunização reforçada.

Nesta etapa da campanha, devem se vacinar com a dose de reforço os idosos acima de 60 anos, as pessoas imunussuprimidas e os profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate à pandemia.

Estes públicos foram escolhidos como prioritários por estarem entre os grupos com mais riscos de acometimento pelas formas graves e óbitos causados pela doença. O reforço é feito preferencialmente com o imunizante da Pfizer. A aplicação do reforço é para as pessoas que tomaram a segunda dose há mais de seis meses, independentemente da vacina usada no primeiro ciclo de imunização. No caso dos imunossuprimidos, o reforço deve ser feito 28 dias após a segunda ou dose única.

Com o avanço na vacinação, os registros de casos e óbitos pela doença seguem com tendência de queda nos últimos três meses, assim como as taxas de ocupação em leitos Covid (clínicos e de UTI), que estão dentro do considerado normal em 22 estados.

Na última quarta-feira (29), o Governo Federal iniciou a distribuição de 785 mil doses de reforço para os idosos acima de 60 anos. Outras 3,1 milhões de doses serão enviadas para o reforço da vacinação dos profissionais da saúde que trabalham na linha de frente do combate à pandemia. Esses profissionais receberão a nova dose também seis meses após a conclusão do ciclo vacinal.

“O recomendado é aplicar após seis meses e em grupos que começam a perder a resposta imune. Já a dose adicional nós aplicamos em alguns grupos que precisam de uma dose a mais para completar o esquema vacinal, como é o caso de imunossuprimidos. Assim, eles conseguem imunidade mais elevada”, disse a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à pandemia da Covid-19 (Secovid), Rosana Leite.

Até o momento, das mais de 300 milhões de doses distribuídas pelo Ministério da Saúde, 237,4 milhões foram aplicadas no braço dos brasileiros. No momento, 92,7% da população adulta recebeu a primeira dose e 57,4% estão com o esquema vacinal completo. O sucesso da campanha, inclusive, mostra resultados na imunização da população promovendo um cenário sanitário e epidemiológico mais confortável, o que gera sentimento de esperança, segurança e confiança na população.

A chegada regular de vacinas é resultado de uma estratégia diversificada do Ministério da Saúde para a aquisição de imunizantes contra a Covid-19, que existe devido ao investimento realizado pelo Governo Federal na encomenda tecnológica e na transferência de tecnologia entre o laboratório da Astrazeneca e a Fiocruz. Existem ainda acordos diretos com as farmacêuticas Pfizer, Janssen e com o Instituto Butantan.

Ainda que os números da pandemia estejam em queda, as recomendações do Ministério da Saúde para evitar o contágio seguem indispensáveis. Entre elas estão o uso de máscara, limpeza das mãos e manter a distância segura.

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