Mulher que chegou recentemente do Congo, testa positivo para Covid e é internada em Minas Gerais

Belo Horizonte monitora o caso de um paciente com Covid-19 que desembarcou na cidade depois de deixar o Congo, na África.

0
396
“A nova variante Omicron do Coronavirus resulta em doença LEVE, SEM sintomas proeminentes.” Angelique Coetzee, presidente da South African Medical Association.

Nesta segunda-feira (29/11), uma mulher que chegou recentemente do Congo, na África, testou positivo para Covid e foi internada em Belo Horizonte, Capital do Estado de Minas Gerais.

Conforme nota do Hospital Eduardo de Menezes, a paciente, uma mulher de 33 anos, está internada em isolamento, e não é vacinada contra a doença.

A equipe médica está verificando se a mulher foi infectada com a variante Ômicron.

Conforme informações da Prefeitura de Belo Horizonte, a mulher saiu do Congo no dia (17/11), passou pela Tunísia, desembarcou em São Paulo e viajou para Belo Horizonte. Cinco dias depois, com o sintoma procurou atendimento médico, conforme cita o Site O Antagonista.

No dia (22/11)    ‘

É o segundo caso suspeito da nova cepa do coronavírus notificado no Brasil; o primeiro foi de um viajante vindo da África do Sul que chegou por Guarulhos

 

Até o momento nenhum caso da variante foi identificado no Brasil. Todas as informações foram confirmadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

 

O monitoramento em tempo real das variantes em circulação no estado é realizado pela SES-MG, por meio da Subsecretaria de Vigilância em Saúde e a Fundação Ezequiel Dias (FUNED), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

No momento, a OMS está se coordenando com um grande número de pesquisadores ao redor do mundo para entender melhor o Ômicron. Os estudos atualmente em andamento ou em breve incluem avaliações de transmissibilidade, gravidade da infecção (incluindo sintomas), desempenho de vacinas e testes de diagnóstico e eficácia dos tratamentos.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, disse que o surgimento da Ômicron mostrou como a situação era “perigosa e precária”.

 

Pacientes que contraíram a Variante Ômicron se queixam de fadiga, dores de cabeça e no corpo e ocasionais dores de garganta e tosse, disse Angelique Coetzee, que também é presidente da Associação Médica Sul-Africana.

Atualização no Omicron: a Variante Ômicron preocupa a comunidade científica global.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui