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segunda-feira, setembro 20, 2021
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Na CPI da Covid, Luiz Paulo Dominguetti diz que Deputado Luís Miranda tentou negociar compra de vacina

O empresário afirmou aos parlamentares da CPI da Pandemia que era comum pessoa entrar em contato com a Davati que tem integrantes do governo com o objetivo de interver com negociações junto ao Ministério da Saúde.

O deputado federal Luis Miranda, nesta quinta-feira (01/07), foi acusado pelo empresário, cabo da PM de Minas Gerais e representante comercial da empresa Davati Medical Supply, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, de tentar negociar compra de vacinada AstraZeneca.

O empresário disse que o deputado tentou acordo direto com empresa que faria intermediação das doses.

Deputado federal Luis Miranda esteve no Senado na semana passada denunciando irregularidade em outra tratativa por imunizantes.

O empresário afirmou aos parlamentares da CPI da Pandemia que era comum pessoa entrar em contato com a Davati que tem integrantes do governo com o objetivo de interver com negociações junto ao Ministério da Saúde.

O deputado Luis Miranda se defendeu e disse que o áudio apresentado por Dominguetti é de 2020. A negociação seria nos Estados Unidos e não se tratava de vacinas.

A pedida da Senadora Simone Tebet, para que seja disponibilizada cópia do áudio para todos os senadores e do vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues, que seja feito uma perícia no áudio pela policia do senado.

A CPI da Covid no Senado apreendeu, o celular do policial militar Luiz Paulo Dominguetti, que diz ser representante no Brasil de uma empresa privada que atuaria na intermediação de contratos de vacinas – a Davati Medical Supply.

O Áudio reproduzido por ele não cita vacina ou sinônimos; Miranda e CEO de empresa negam relação.

A Astrazenica informou ao Poder 360 que só vende suas vacinas sua vacina contra a covid-19 diretamente a governos e organismos multilaterais. Não entrega ao setor privado nem tem intermediários nessas operações. No Brasil, suas vendas estão baseadas em “acordos negociados com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e o governo brasileiro”.

“Atualmente, todas as doses de vacina são ofertadas com base em acordos assinados com governos e organizações multilaterais do mundo todo, inclusive o Covax facility”, afirmou a AstraZeneca por meio de sua assessoria de imprensa. “Por isso, a AstraZeneca atualmente não oferta vacina por meio do mercado privado nem trabalha com intermediários no Brasil“, completou.

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