Não resolve uma Pandemia com a desinformação

Nossa esperança é que, eventualmente, esse trabalho coletivo leve aos cidadãos mais informações e as desinformações se tornem obsoletas.

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A pandemia foi planejada, a mudança climática é uma farsa. As dificuldades no combate à Pandemia estão ligadas diretamente à desinformação sobre COVID-19. As divergências relacionadas em temas como: mudanças climáticas, política, religiosas e sociais, podem ser esmagadoras. Diversos tipos de informações descentralizadas da realidade vistos nestes três anos de Pandemia foram resultados primeiramente pelos formuladores de opiniões políticas.

Existe um público capaz de dificultar o controle e combate a Pandemia mirando disputas políticas levando ao público alvo de informações distorcidas da realidade de um país, que, vidas já foram ceifadas. Mais de 620.000 mortes e continua.

 

Enquanto isso, pesquisadores estão dedicando seu tempo máximo na busca do freio das contaminações e os estudos são prejudicados pelos divulgadores das desinformações.

 

Podemos até tentar manter as informações mundiais dos cientistas, mas, o trabalho que fazemos se caem pelos formuladores de opiniões políticas.

 

Deixar de apreciar essas distinções pode levar a becos sem saída improdutivos diante de um vírus que mata

 

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Desinformações com interesses  enganosos que chegam ao público podem ser compartilhados como se fossem verdadeiros por divulgadores que jamais procuraram ler as informações científicas.

 

Não, o vírus não interessa quem está comandando o governo, não formula opiniões que levam à desinformação.

 

A desinformação é uma estratégia intencional para induzir falsas crenças, canalizar o comportamento ou prejudicar a confiança. Desta forma, assume uma campanha enganadora com um objetivo financeiro, político ou outro predeterminado.

 

Existem evidências de que grupos de “influenciadores” online estão sendo motivados por objetivos políticos e ideológicos e divulgando elementos sem embasamentos dos estudos científicos. Muitos veem este problema mundial causado pelo vírus da Covid como uma campanha conspiratória

 

Pior é acreditar que existe uma campanha conspiratória. Uma luta entre o bem e o mal, um salvador da pátria. É necessário combater as falsas informações e identificar a desinformação, identificar e lidar com mensagens enganosas.

 

Entretanto, é desmotivando as falsas informações ou uma legislação para combater esse sistema vicioso, com campanhas  estratégicas, dando sinais de alerta que é uma desinformação que pode, ironicamente, envolver informações verdadeiras e opiniões razoáveis.

 

A Constituição brasileira protege a liberdade de expressão; no entanto, não protege necessariamente a fala enganosa associada à ação prejudicial. Essa distinção potencialmente remove as barreiras à responsabilização das plataformas de mídia social que não abordam a desinformação. As leis podem exigir salvaguardas processuais e relatórios sobre desinformação sem censurar o discurso ou tratar o Facebook ou o Google como um editor.

 

No mínimo, as medidas assertivas adotadas pelas empresas de tecnologia para lidar com a desinformação sobre o coronavírus,  demonstram métodos potenciais para combater o conteúdo nocivo que há muito atormenta a Internet.

 

A distinção do que é verdadeiro se torna a chave final para combater a desinformação.

 

Existem diferenças no que está relacionada  à natureza da própria crença equivocada e uma convicção real baseada na ciência.

 

Existem divulgadores da desinformação que acreditam que suas convicções são reais e verdadeiras. No entanto, a distinção entre crenças sustentadas por engano e crenças sustentadas por convicção permanece insustentável do fato real.

 

Um exemplo é que a desinformação leva a dúvida se as vacinas oferecem proteção tamanha que existe a hesitação e dúvidas. Diante deste fato, tem que ter um real conhecimento daquilo que está nos oferecendo.

 

A falta de informações que terminam gerando desinformação.

 

Com a falta de informações que levam às desinformações que as vacinas são mais prejudiciais do que úteis e se opõem a elas. Então a falta de informações gera conflitos que causam desinformações.

 

Ao mesmo tempo, a falta de informações gera a desinformação e recruta pessoas que não são necessariamente dogmáticas em suas visões das vacinas, mas convencidas de suas opiniões.

 

Em teoria, se as informações sobre a eficácia e segurança da vacina COVID-19 forem relatadas precocemente e frequentemente, por meio de vários canais, os hesitantes da vacina poderão ser induzidos a mudar ou reavaliar suas crenças para aceitar.

 

Por enquanto, a ciência tem apenas evidências relacionadas às vacinas COVID-19. 

 

As evidências ainda não conseguiram desenvolver uma convicção, que as vacinas não devem ser recusadas. Esse processo vai levar anos para sabermos os resultados.

 

Cabe agora que se faça uma campanha de informações para distinguir entre a crença equivocada e a convicção para derrubar estrategicamente e  ajudar a corrigir a desinformação.

 

É fundamental que se faça junto aos  governos, uma política de informações, para combater as desinformações.

 

Nossa esperança é que, eventualmente, esse trabalho coletivo leve aos cidadãos mais informações e as desinformações se tornem obsoletas.

 

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