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sexta-feira, dezembro 3, 2021
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“Nossa presença militar de 20 anos no Afeganistão terminou”. Presidente Biden

Um dia antes das retiradas das forças militares do Afeganistão, os Estados Unidos veem um ninho de vespeiros

Os Estados Unidos, desde a gestão do ex-presidente Donald Trump, que, assinou um acordo com o Talebã em Doha, no Catar, em que foi definido um cronograma para a retirada de dos militares e os afegãos que ajudaram as tropas durante a missão, além daqueles que correm risco especial com o avanço do Taleban.

O presidente Joe Biden tem até o dia 31 de agosto, que é o prazo final do acordo para a retirada das potências estrangeiras do país do Afeganistão.

O país norte americano encontrou um ninho de vespeiro durante a retirada dos militares e afegãos considerados amigos.

O que seria uma retirada amistosa conforme o acordo terminou quando duas bombas atingiram uma das principais entradas do aeroporto internacional de Cabul na quinta-feira (26/8), matando civis e 13 militares dos Estados Unidos.

Um braço do grupo extremista autodenominado Estado Islâmico, chamado Estado Islâmico Khorasan (K), assumiu responsabilidade pelo ataque ao aeroporto de Cabul.

Em seu perfil no Twitter o secretário de imprensa do Pentágono, John Kirby, confirmou o ataque “Podemos confirmar que a explosão no Abbey Gate foi o resultado de um ataque complexo que resultou em várias vítimas americanas e civis. Podemos também confirmar pelo menos uma outra explosão no Baron Hotel ou próximo a ele, a uma curta distância do Abbey Gate. Continuaremos atualizando”.

O Presidente Norte Americano Joe Biden disse que “iríamos atrás do grupo responsável pelo ataque às nossas tropas e civis inocentes em Cabul, e foi o que fizemos”. “Minha declaração completa sobre o ataque que as forças dos EUA deram ontem à noite contra o grupo terrorista ISIS-K no Afeganistão”.

Os Estados Unidos responderam com ataque de drones que teriam matado ao menos três membros do Estado Islâmico, entre eles o responsável por planejar o atentado.

Nesta segunda feira, um dia antes dos Estados Unidos concluírem a retirada de suas tropas do Afeganistão, vários foguetes foram disparados em direção do aeroporto de Cabul.

Estado Islâmico-Khorasan, é um grupo extremista rival do Talibã que espalha terror no Afeganistão.

O grupo já cometeu várias atrocidades no Afeganistão nos últimos anos, incluindo ataques contra casamentos,  escolas de meninas, hospitais e até mesmo uma maternidade, em que teriam matado a tiros mulheres grávidas e enfermeiras. Além de ser acusado de mandar homens para fazer carnificina

Em entrevista exclusiva à EXAME, Sher Jan Ahmadzai, especialista em relações internacionais e políticas públicas, é considerado um dos maiores analistas do mundo em assuntos relacionados às dinâmicas da região, disse que “não existe só o Estado Islâmico ou o Talibã. Há pelo menos 21 grupos, que chamamos de milícias, em atuação no país”.

O medo dos afegãos que tem dos grupos terroristas é tantos: “que eles são bombardeados e espancados quando querem partir, eles são espancados e mortos quando não têm escolha a não ser ficar” Meena Gabeena

Enquanto afegãos desesperados tentavam embarcar em um voo para sair do Afeganistão e fugir dos talibãs, surgiram alertas para outra ameaça: o grupo Estado Islâmico (EI).

Grande parte das imprensas internacionais é o que vai acontecer com as mulheres, grupos extremantes radicalizadas e sofreram.

“Nos últimos 17 dias, nossas tropas realizaram o maior transporte aéreo da história dos Estados Unidos. Eles fizeram isso com coragem, profissionalismo e determinação incomparáveis. Agora, nossa presença militar de 20 anos no Afeganistão terminou”. Presidente Biden

Quero agradecer aos nossos comandantes e aos homens e mulheres que servem sob eles por sua execução do perigoso retrógrado do Afeganistão, conforme programado – nas primeiras horas da manhã de 31 de agosto, horário de Cabul – sem mais perdas de vidas americanas. Nos últimos 17 dias, nossas tropas realizaram o maior transporte aéreo da história dos Estados Unidos, evacuando mais de 120.000 cidadãos americanos, cidadãos de nossos aliados e aliados afegãos dos Estados Unidos. Eles fizeram isso com coragem, profissionalismo e determinação incomparáveis. Agora, nossa presença militar de 20 anos no Afeganistão terminou.

Amanhã à tarde, falarei ao povo americano sobre minha decisão de não estender nossa presença no Afeganistão além de 31 de agosto. Por enquanto, relatarei que foi a recomendação unânime do Joint Chiefs (Estado Maior das Forças Armadas) e de todos os nossos comandantes no terreno para acabar com nossa missão de transporte aéreo conforme planejado. A opinião deles era que encerrar nossa missão militar era a melhor maneira de proteger a vida de nossas tropas e garantir a perspectiva de partida de civis para aqueles que desejam deixar o Afeganistão nas próximas semanas e meses.

Pedi ao Secretário de Estado para liderar a coordenação contínua com nossos parceiros internacionais para garantir uma passagem segura para todos os americanos, parceiros afegãos e estrangeiros que desejam deixar o Afeganistão. Isso incluirá o trabalho para desenvolver a Resolução do Conselho de Segurança da ONU aprovada esta tarde, que enviou uma mensagem clara do que a comunidade internacional espera que o Taleban entregue no futuro, notadamente a liberdade de viajar. O Taleban assumiu compromissos de passagem segura e o mundo os exigirá. Isso incluirá diplomacia contínua no Afeganistão e coordenação com parceiros na região para reabrir o aeroporto, permitindo a partida contínua para aqueles que desejam partir e a entrega de assistência humanitária ao povo do Afeganistão.

Por enquanto, exorto todos os americanos a se juntarem a mim em uma oração de agradecimento esta noite por três coisas. Em primeiro lugar, por nossas tropas e diplomatas que cumpriram esta missão de misericórdia em Cabul e correram um risco tremendo com resultados tão incomparáveis: uma ponte aérea que evacuou dezenas de milhares de pessoas a mais do que se poderia imaginar. Em segundo lugar, à rede de voluntários e veteranos que ajudaram a identificar os que precisavam de evacuação, orientá-los até o aeroporto e fornecer apoio ao longo do caminho. E terceiro, a todos que agora – e que irão – dar as boas-vindas aos nossos aliados afegãos em seus novos lares ao redor do mundo e nos Estados Unidos.

Por fim, quero terminar com um momento de gratidão pelo sacrifício dos 13 militares no Afeganistão que deram suas vidas na semana passada para salvar dezenas de milhares: Fuzileiros Navais, sargento do Estado-Maior. Darin T. Hoover, sargento do Corpo de Fuzileiros Navais Johanny Rosariopichardo, sargento do Corpo de Fuzileiros Navais Nicole L. Gee, Corpo de Fuzileiros Navais Cpl. Hunter Lopez, Corpo de Fuzileiros Navais Cpl. Daegan W. Page, Corpo de Fuzileiros Navais Cpl. Humberto A. Sanchez, Corpo de Fuzileiros Navais Lance Cpl. David L. Espinoza, Corpo de Fuzileiros Navais Lance Cpl. Jared M. Schmitz, Fuzileiros Navais Lance Cpl. Rylee J. McCollum, Marine Corps Lance Cpl. Dylan R. Merola, Corpo de Fuzileiros Navais Lance Cpl. Kareem M. Nikoui, Navy Hospitalman Maxton W. Soviak e Army Staff Sgt. Ryan C. Knauss.

Presidente Joe Biden

 

 

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