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quarta-feira, outubro 20, 2021
InícioBrasilNovo Coronavírus no Brasil: 13.091.714 brasileiros recuperados, 398.185 óbitos e 14.521.289 casos

Novo Coronavírus no Brasil: 13.091.714 brasileiros recuperados, 398.185 óbitos e 14.521.289 casos

600 mil doses da Coronavac ao Ministério da Saúde nesta sexta-feira, 30/04

Jornalista Hernane Amaral,
Portal GmundoNews, Portal AmaralNews
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O país registrou 3,1 mil mortes por covid-19 nas últimas 24h e totalizando 398.185, informou o Ministério da Saúde.

O Brasil registrou nesta quarta-feira 3.163 novos óbitos em decorrência da Covid-19, o que eleva o total de vítimas fatais da doença no país a 398.185, informou o Ministério da Saúde.

O Brasil administrou a 1ª dose de vacinas contra a covid em 30.745.630 pessoas até as 22h10 de 4ª feira (28.abr.2021). Dessas, 14.627.685 receberam a 2ª dose. Ao todo, 45.373.315 doses foram aplicadas no país.

Mais uma grande notícia: o Butantan entrega mais 600 mil doses da Coronavac ao Ministério da Saúde nesta sexta-feira, 30/04. A entrega, antes prevista para 03/05, foi antecipada. Com isso, serão 42 milhões de doses fornecidas pelo Butantan ao país desde 17/01.

Sete em cada dez brasileiros conhecem alguém que morreu de Covid-19

A pedido da CNN, cientistas fizeram levantamento e apontam que, estatisticamente, ainda é possível afirmar que quase 25% dos brasileiros perderam alguém próximo

São Paulo e Minas Gerais são respectivamente os dois estados com maior número de contaminados por Covid-19 segundo dados do Ministério da Saúde. 

Os grupos prioritários de comorbidades de pessoas entre 59 a 55 anos serão vacinados contra Covid-19.

O Ministério da Saúde informou que a vacinação do grupo de pessoas com comorbidades será iniciada em maio, após todos os idosos de 60 anos.

A recomendação para os governos municipais e estaduais é que as pessoas sejam convocadas das mais velhas para as mais novas, começando pela faixa etária.

O Boletim Epidemiológico divulgado nesta quarta-feira -feira (28), demonstraram redução de casos e óbitos pela doença em comparação às semanas anteriores

divulgado nesta quarta-feira (28/4), aponta queda no número de casos, óbitos e taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos. Os valores, no entanto, ainda permanecem em patamares críticos. Outro dado preocupante é a taxa de letalidade. No final de 2020, este indicador se encontrava na faixa de 2%, aumentou para 3% na SE 11 (14 a 20 de março) e, na última SE, subiu para 4,4%. A análise do Boletim é referente à Semana Epidemiológica 15, período entre 18 e 24 de abril.

O número de casos diminuiu a uma taxa de -1,5 % ao dia, enquanto o de óbitos por Covid-19 foi reduzido a uma taxa de -1,8 % ao dia, “mostrando uma tendência de ligeira queda, mas ainda não de contenção, da epidemia”. Em relação à taxa de ocupação de leitos, chama atenção a redução nos estados de Rondônia (de 94% para 85%) e Acre (de 94% para 83%) – ainda que ambos continuem na zona de alerta crítico -,  a saída de Alagoas da zona de alerta crítico para a zona de alerta intermediário (de 83% para 76%) e a saída da Paraíba da zona de alerta (de 63% para 53%).

Na visão dos pesquisadores do Observatório, o quadro atual pode representar uma desaceleração da pandemia, com a formação de um novo patamar, como o ocorrido em meados de 2020, porém com números muito mais elevados de casos graves e óbitos, que revelam a intensa circulação do vírus no país. “Esse conjunto de indicadores, que vêm sendo monitorados pelo Observatório Covid-19 Fiocruz, mostram que a pandemia pode permanecer em níveis críticos ao longo nas próximas semanas”.

Diante desse cenário, os pesquisadores alertam que a flexibilização sem um controle rigoroso das medidas de distanciamento físico e social pode retomar o ritmo de aceleração da transmissão, com a “produção” de novos casos, vários deles graves, e elevação das internações e taxas de ocupação de leitos.

“A integração entre Atenção Primária à Saúde e a Vigilância em Saúde deve ser intensificada para otimizar os processos de triagem de casos graves, seu encaminhamento para serviços de saúde mais complexos, bem como a identificação e aconselhamento de contatos para medidas de proteção e quarentena. Além disso, a reorganização e ampliação da estratégia de testagem é essencial para evitar novos casos, bem como reduzir a pressão sobre os serviços hospitalares”, orientam.

Fonte: Fiocruz

 

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