segunda-feira, maio 23, 2022
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Os danos diminuem no momento que as pessoas começam a compreeder os riscos da covid

O perigo da pessoa se reinfectar, além de transmitir o vírus e estando no organismo, o quadro pode agravar.

Todos nós corremos o risco de ser contaminados e transmitir o vírus da COVID-19.

Esse risco pode ser maior em determinados locais e ao realizar determinadas atividades.

O vírus da COVID-19 é espalhado por vias aéreas e basta contato apenas com uma gotícula para a contaminação. A transmissão aérea é uma forma muito significativa de circulação do vírus. É possível ser infectado por alguém com quem você não tem contato próximo, especialmente se você estiver em um espaço com muita aglomeração e mal ventilado.

Se você ficar próximo a uma pessoa infectada, se torna também uma fonte significativa de disseminação do COVID-19.

Quando alguém com COVID-19 respira, fala, tosse ou espirra, eles liberam partículas contendo o vírus que causa o COVID-19.

Estas partículas podem entrar em contato com os olhos, nariz ou boca ou podem ser inaladas por outra pessoa.

As partículas também podem pousar em superfícies e a pessoa entrar em contato, passar a mão nos, olhos, ouvidos e boca com um toque, corre o risco de adoecer.

Em geral, o risco de pegar ou transmitir COVID-19 é maior em espaços lotados e fechados, onde há mais pessoas infectadas e com limitação de ar fresco.

Em situações em que há um risco maior de pegar ou transmitir COVID-19, você deve ter cuidado especial ao seguir as orientações sobre como manter a si mesmo e a outras pessoas seguras conforme voltamos à normalidade. Cada pequena ação ajuda a nos manter mais seguros.

Cuidando-se e tomando cuidados com outras pessoas, outros índices de contaminação diminuíram, mas, os números são alarmantes, porque a Pandemia não acabou.

O Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e da Queen’s University (Canadá) publicaram um artigo e alertam que o vírus pode deixar sequelas durante anos. Estudos publicados indicam que um número relevante de pacientes infectados pelo novo coronavírus apresentaram problemas neurológicos.

Neurocientistas franceses também identificaram nos pacientes com a COVID-19 sintomas como desorientação, confusão mental, perda de memória e agitação.

As pesquisas indicam que a COVID-19 pode afetar o sistema nervoso central e prejudicar o funcionamento do cérebro a longo prazo.

Um artigo da revista Emerging Infectious Desease (EID), dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC/EUA), mostra que uma primeira exposição à Covid-19 em casos brandos ou assintomáticos pode não produzir resposta imunológica e que a pessoa pode se reinfectar, inclusive, com a mesma variante. A segunda infecção pode provocar sintomas mais fortes do que a primeira, indica o estudo.

O perigo da pessoa se reinfectar, além de transmitir o vírus e estando no organismo, o quadro pode agravar. Também podem ocorrer infecções por cepas diferentes do vírus. Neste caso, o perigo é maior ao paciente não vacinado por não ter uma proteção de anticorpos que possa reconhecer.

“O caso de ser infectado pela mesma variante acontece porque o paciente não teria criado uma memória imunológica. No caso de uma outra cepa, ela “escaparia” da vigilância, não seria reconhecida pela memória gerada anteriormente por ser um pouco diferente”. Portal Fiocruz

Quando os surtos passam para a história, as vacinas são quase sempre a razão. A varíola desapareceu deste mundo e a poliomielite quase fez o mesmo, graças às vacinas amplamente disponíveis, e os programas de imunização infantil impedem o sarampo, a caxumba e a difteria de infligir tragédias muito maiores do que poderiam de outra forma. O SARS-CoV-2 é um vírus novo e mortal, tornando a busca por uma vacina extremamente urgente. Muitas equipes de pesquisa estão investigando pistas de várias direções diferentes que podem produzir uma vacina viável.

A Organização Mundial da Saúde alertou em seu relatório de 2007 que as doenças infecciosas estão surgindo a uma taxa nunca vista antes. Desde a década de 1970, cerca de 40 doenças infecciosas foram descobertas, incluindo SARS, MERS, Ebola, Chikungunya, Zika, Dengue, Gripe Viária, Gripe Suína, Covid 19, causada pelo novo vírus do Coronavírus-SARS-Cov-2.

Uma epidemia se estabelece quando uma doença emergente encontra:

1 – agente infeccioso (SARS-Cov-2)

2 – uma população vulnerável.

3 – a expansão populacional

Para que ocorra, o agente infeccioso deve ter a capacidade de se espalhar facilmente de pessoa para pessoa e causar doença. A infecção também deve ser capaz de se sustentar na população, ou seja, mais e mais pessoas continuam a ser infectadas. (A pandemia não passou).

Conforme a população se expande geograficamente, aumenta o contato próximo com espécies animais que são hospedeiros potenciais de um agente infeccioso. Quando esse fator é combinado com o aumento da densidade e mobilidade humanas, é fácil ver que essa combinação representa uma séria ameaça à saúde humana.

O vírus circula em todas regiões brasileiras e existe o risco de você pegar ou transmitir o vírus, mesmo depois de estar totalmente vacinado. Entenda, considere os riscos de contaminar e espalhar COVID-19 em todas as situações.

Embora nenhuma situação esteja livre de riscos, existem ações fáceis e eficazes que podemos realizar para proteger a nós mesmos e outras pessoas ao nosso redor.

É importante desacelerar a disseminação das variantes do Coronavírus e até que se saiba mais sobre a transmissibilidade das variantes, a mortalidade e o impacto que representa nas vacinas.

Um grande fator que pode causar o ressurgimento de uma doença é o declínio na cobertura vacinal.

O monitoramento da cobertura vacinal é um instrumento indispensável à avaliação dos programas de imunização.

Para superar as limitações, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde tem promovido a vacinação em massa da população com inquéritos populacionais que objetivam melhor estimar a cobertura vacinal no país.

Até (7/12), entre aqueles que mais tem sua população parcialmente imunizada estão São Paulo (81,62%), Santa Catarina (78,48%), Rio Grande do Sul (78,22%), Paraná (77,75%) e Minas Gerais (76,91%).

Num país que já morreu cerca de 4.000 brasileiros por dia, após a vacinação caiu para uma média de 150 óbitos diários. O problema é que mesmo quando existe uma vacina segura e eficaz, um número crescente de pessoas opta por não se vacinar.

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O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA desmentiu a afirmação que as vacinas contra COVID-19 podem causar impotência sexual.

Os especialistas relembram que as vacinas mais comuns em uso nos EUA, que são as da Pfizer e da Moderna, contêm mRNA e não o vírus vivo. Logo, as vacinas de mRNA não alteram o DNA do seu corpo e não há meios plausíveis para a vacina causar impotência ou inchaço dos testículos.

Essa polêmica viralizou por um post da atriz Nicki Minaj polemizou postada no seu perfil, na rede social Twitter.

Ao contrário, os homens podem ter até seis vezes mais probabilidades de desenvolver disfunção erétil breve ou de longo prazo após contraírem o vírus. A vacina pode prevenir estes efeitos.

Especialistas americanos publicaram um artigo em agosto no New England Journal of Medicine, que, apesar da COVID-19 poder afetar os pulmões, é uma doença sistémica que também pode afetar o coração, rins, cérebro e outros órgãos, e estes efeitos podem manifestar-se muito tempo depois de uma pessoa recuperar. Muitas pessoas vivem agora num submundo de “COVID de longa duração”, ao qual os especialistas nos EUA atribuem o próximo desastre nacional de saúde.

Entre a lista de problemas, há evidências crescentes que sugerem que a COVID-19 pode afetar a saúde sexual masculina. “Descobrimos que homens que não tinham estes problemas anteriormente desenvolveram disfunção erétil bastante severa após a infecção por COVID-19”, Ranjith Ramasamy, urologista no sul da Flórida escreveu “.

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