sexta-feira, janeiro 21, 2022
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Pfizer diz que proteção contra Ômicron necessita de três doses

Por Zoh Andrade 

 

Pfizer/BioNTech informou que estudos laboratoriais preliminares demonstram que três doses da vacina Pfizer-BioNTech COVID-19 neutralizam a variante Ômicron (linhagem B.1.1.529). As pesquisas que duas doses não protegem o suficiente contra a “Super-Variante-Ômicron” e para ter segurança e eficácia da vacina-BNT162b2-mRNA Covid-19. Os estudos indicam que ha necessidade de uma terceira dose para aumentar os anticorpos neutralizantes em 25 vezes mais em relação duas doses contra a nova cepa, para obter altos níveis de proteção.

 

Os estudos da Farmacêutica informou que a proteína Spike, usada pelo coronavírus para penetrar nas células, não são afetados pelas mutações na variante Ômicron, duas doses ainda podem induzir proteção contra doenças graves.

 

A farmacêutica informou que continuam avançando no desenvolvimento de uma vacina que seja específica para a Ômicron. A previsão é que o imunizante esteja disponível em março do ano que vem se for necessário.

 

Entretanto, a nova variante tem que ser levada com cautela, porque estudos preliminares por cientistas da África do Sul apontaram que a variante Ômicron pode “escapar” de parte da imunidade adquirida por pessoas que já tiveram covid-19, causando mais reinfecções de covid-19.

 

Os cientistas relataram uma grande queda de 41 vezes na capacidade de bloqueio de vírus dos anticorpos – “fuga muito mais extensa” do que a observada em variantes anteriores usando experimentos semelhantes.

 

Como disse o ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta, “o vírus da Covid é malaco” e essa variante é extremamente escorregadia. Foge de grande parte da proteção fornecida pelos anticorpos que combatem doenças. Pessoas que já se recuperaram de uma infecção de covid-19 podem ser infectadas novamente. E as pessoas que foram vacinadas podem sofrer infecções invasivas.

 

Vários cientistas disseram que os resultados não são motivo para pânico, as descobertas do estudo, que testou a variante Ômicron do Coronavírus contra a vacina Pfizer-BioNTech, não são totalmente desanimadoras. Os estudos descobriram que as proteções das vacinas diminuem em face do Ômicron, ainda há pouca proteção contra o vírus. E sugere que mais uma dose de reforço pode proteger contra a variante.

Devemos lembrar que mesmo sendo um bom sinal que a vacina Pfizer retém algum poder contra a variante Ômicron, mas esses experimentos de laboratório são uma forma altamente artificial de testar como as vacinas se comportam.

 

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