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sábado, junho 19, 2021
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Polícia Federal apreende bitcoin de empresa acusada de fraude no ES

A Polícia Federal realizou Operação denominada Madoff e cumpriu na manhã desta quarta-feira (15/5), cinco mandados de busca e apreensão, em decorrência de investigação que apura a atividade ilegal de administração de investimentos em criptomoedas, exercida por uma empresa sediada no Espírito Santo. Os mandados foram cumpridos no Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Acre, contando com a participação de 43 policiais.

 

Além dos mandados de busca, a Justiça Federal determinou a suspensão das atividades da empresa, incluindo a remoção de páginas na internet, o bloqueio de seus ativos, contas bancárias, carros e imóveis. O juiz determinou o bloqueio das criptomoedas existentes em exchanges.

 

A Justiça também autorizou a apreensão de criptomoedas em carteiras, físicas ou digitais, que estavam com os investigados durante as buscas. Este procedimento foi o primeiro desse tipo no Brasil.

 

Os investigados poderão vir a responder pelos crimes previstos no art. 4º (gestão fraudulenta), no art. 7º, II e IV (negociação de valores mobiliários sem autorização ou registro prévio), art. 16 (fazer funcionar instituição financeira sem autorização legal), todos da Lei 7.492/86, e art. 288 do Código Penal (associação criminosa).

 

O delegado responsável pelas investigações e pela operação informou que foram encerradas as atividades de mais um grupo de golpistas. O nome da empresa e dos investigados não foram divulgados para não atrapalhar o andamento das investigações.

 

O delegado explica que também foi encontrado uma chave pública com um saldo de mais de 4 mil em bitcoins (R$ 11,2 milhões), mas que não há provas de que o recurso realmente pertence à empresa.

 

Ao todo, são investigados cinco pessoas, uma no Acre, uma no Mato Grosso do Sul e três no Espírito Santo. O dono da empresa, que vive no Estado, é também conhecido por ser líder de uma igreja evangélica.

 

Essa empresa é uma das pirâmides financeiras que uma ONG sediada em Brasília Distrito Federal denunciou ao poder judiciário. O presidente da entidade diz ter conhecimento da empresa e dos Investigados, mas como a justiça decretou sigilo, prefere não divulgar qualquer informação. Entretanto, disse que o CEO fundador é um cidadão importante no ES.

 

Segundo o diretor da ONG, no Brasil não tem nenhuma empresa de criptomoedas que oferece lucros maiores que os bancos autorizados a operar no país. Todas funcionam na sombra da ilegalidade, dando prejuízo que já passa de bilhões de reais. As ações governamentais para conter as ações criminosas destas organizações, estão muito longe da realidade crescente das modalidades desses tipos de golpe.

 

As práticas continuadas dessas empresas estão numa falha da justiça brasileira. Tipificar essas atividades apenas como crime contra a economia e estelionato, não intimidam os fundadores que deveriam responder principalmente por organização criminosa dentre outros.

 

Enfim, o trabalho do delegado na operação Madoff, abre precedente nas investigações de outras empresas que nos atuam mesmo modus operandi no país.

 

A diretoria da ONG informou que já denunciou mais de 70 empresas que têm operações dessa natureza. Entretanto, nos últimos seis meses, o número de novas pirâmides já passa de 150. Os grupos organizados que abrem uma pirâmide financeira desviam o dinheiro por meios de supostos roubos por hackers, que remetem o dinheiro para outros países através de caixa dois usando criptomoedas.

 

Por fim alertou que não é seguro investir em criptomoedas, principalmente com esta alta do bitcoin. Não passa de manipulação de corretoras, para atrair consumidores e depois que juntam milhões de reais, promove a queda repentina do valor da moeda. Desta forma o consumidor fica com o prejuízo e as corretoras com o lucro.

 

Afirmou que não é seguro e não tem garantia nenhuma os investimentos em criptomoedas, por falta de regulamentação governamental. As empresas simplesmente desaparecem com os ativos e atribuindo o sumiço a hackers, como tem acontecido em todo mundo.

 

Ele disse que “90% ou mais destes negócios, são fraudes, impossível que uma empresa possa garantir os lucros absurdos que oferecem. São negócios insustentáveis, justamente porque não fazem mineração para garantir este lucro. Os gastos com máquinas operando 24h e consumo de energia para minerar criptomoedas é inviável no momento”.

 

O diretor da ONG informou que outra empresa, como a Minerworld, fechada em 2018, deixou milhares de pessoas com enormes prejuízos no Brasil e no exterior. Ele afirmou que têm acompanhado o trabalho do MPMS. Porém, a justiça federal não ter feito nada até o momento em relação à questão criminal, os grupos continuam impunes e escondem o paradeiro dos ativos desviados dos consumidores.

 

O presidente Nacional da  ONG Projeto Ajudar, afirmou vem trabalhando diariamente para que a justiça apure as denúncias que estão carregadas de provas suficientes para os responsáveis sejam presos. Os responsáveis pelos grupos não contribuem para devolução dos valores investidos pelas vítimas. Estamos diante de um dos maiores esquemas de fraudes com criptomoedas do país. A prisão teria a finalidade cumprir a legislação, para que os envolvidos paguem pelos seus crimes. Livres como estão, podem promover o desaparecimento por completo dos ativos financeiros dos consumidores.

 

Lembrou que este caso vem rolando no MS desde 2015, que as provas obtidas são enormes e levou que esta empresa objeto dessa matéria, fosse fechada. No entanto e de forma entranha, parecem ter ficado arquivadas as investigações das denúncias, inclusive da própria ONG.

 

Fez questão de lembrar que a justiça tem que agir rápido, senão inocentes podem ir a pena de morte em seus respectivos países por ter envolvimento com esta empresa. Ele informou que vem trabalhando com esses governos estrangeiros através das embaixadas para que seus cidadãos não sejam condenados por um crime que não cometeram.

 

 

 

 

A Polícia Federal realizou Operação denominada Madoff e cumpriu na manhã desta quarta-feira (15/5), cinco mandados de busca e apreensão, em decorrência de investigação que apura a atividade ilegal de administração de investimentos em criptomoedas, exercida por uma empresa sediada no Espírito Santo. Os mandados foram cumpridos no Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Acre, contando com a participação de 43 policiais.
Além dos mandados de busca, a Justiça Federal determinou a suspensão das atividades da empresa, incluindo a remoção de páginas na internet, e o bloqueio de seus ativos, como contas bancárias, carros e imóveis, tendo o juiz determinado, ainda, o bloqueio das criptomoedas existentes em exchanges.
A Justiça também autorizou a apreensão de criptomoedas em carteiras, físicas ou digitais, que estavam com os investigados durante as buscas, sendo que esse procedimento foi o primeiro desse tipo no Brasil.
Os investigados poderão vir a responder pelos crimes previstos no art. 4º (gestão fraudulenta), no art. 7º, II e IV (negociação de valores mobiliários sem autorização ou registro prévio), art. 16 (fazer funcionar instituição financeira sem autorização legal), todos da Lei 7.492/86, e art. 288 do Código Penal (associação criminosa).
O delegado responsável pelas investigações e a operação que encerrou as atividades de mais um grupo de golpistas, informou que não divulgou o nome da empresa e dos investigados, para não atrapalhar o andamento das investigações.
Essa empresa é uma das piramides financeiras que uma ONG sediada em Brasília Distrito Federal denunciou ao poder judiciário. O presidente da entidade diz ter conhecimento da empresa e dos Investigados, mas como a justiça decretou sigilo, prefere não divulgar qualquer informação, mas diz que o CEO fundador é um cidadão importante no ES.
Segundo o diretor da ONG, no Brasil não tem nenhuma empresa de criptomoedas que oferece lucros maiores que os bancos autorizadas a operar no país. Todas funcionam na sombra ilegalidade, o prejuízo já passa de bilhões de reais, e as ações governamentais para conter essas organizações criminosas, está muito longe da realidade crescente deste tipo de golpe.
Lembrou que a prática continuada dessas empresas está numa falha da justiça brasileira, ao tipificar essas atividades apenas como crime contra a economia e estelionato, o que não intimida essas pessoas, que o certo é, que deveriam responder principalmente por organização criminosa entre outros. Mas ressaltou que o trabalho do delegado nesta operação abre precedente para entendimento das demais investigações sobre empresas que atuam da mesma forma no país.
Segundo informou a diretoria da ONG, até o momento já denunciou mais de 70 empresas que faz operações dessa natureza, mas que nos últimos seis meses, o número de novas piramides já passa de 150, que a grupos organizados que abrem uma pirâmide financeira, desvia o dinheiro com supostos roubos por hackers, remetem dinheiro para outros países através da lavagem do dinheiro usando criptomoedas.
Por fim alertou que não é seguro investir em criptomoedas, principalmente com esta alta do bitcoin, que não passa de manipulação de corretoras, para atrair consumidores, depois que juntam milhões de reais, promovem a queda repentina do valor da moeda, dessa forma o consumidor fica no prejuízo e as corretoras ficam com o lucro.
Afirmou que não é seguro e não tem garantia nenhuma investir em criptomoedas, por falta de regulamentação governamental, de forma que a empresa simplesmente pode desaparecer com os ativos e atribui o sumisso a hackers, como tem acontecido em todo mundo. Garante que 90% ou mais destes negócios, são fraudes, é impossível uma empresa garantir os lucros absurdos que oferecem, são negócios insustentáveis, justamente porque não fazem mineração para garantir este lucro, pois os gastos com máquinas operando 24h e consumo de energia para minerar criptomoedas é inviável no momento.
O diretor da ONG disse que outra empresa, a Minerworld, fechada em 2018, deixou milhares de pessoas no prejuízos no Brasil e no exterior. Afirmou que vem acompanhado o trabalho do MPMS, mas devido a justiça federal não ter feito nada até o momento em relação a questão criminal, o grupo continuam impunes e escondem o paradeiro dos ativos desviados dos consumidores.
O presidente Nacional da  ONG Projeto Ajudar, afirmou vem trabalhando diariamente para que a justiça apure as denúncias que estão carregadas de provas suficientes para que o grupo responsável pela mesma sejam presos, já que eles não contribuem para devolução dos valores investidos pelas vítimas de um dos maiores esquemas de fraudes com criptomoedas do país. A prisão teria a finalidade cumprir a legislação, para que os envolvidos paguem pelos seus crimes. Livres como estão, podem promover o desaparecimento por completo dos ativos financeiros do consumidores.
Lembrou que este caso vem rolando no MS desde 2015, que a provas muito maiores do que as que levou o fechamento desta empresa objeto dessa matéria, no entanto, entranhosamente parece ter ficado arquivado as investigações sobre denúncias, inclusive da própria ONG.
Fez questão de lembrar que se a justiça não agir rápido, inocentes podem ir a pena de morte em seus países por ter envolvimento com esta empresa, mas informou que vem trabalhando com esses governos estrangeiros através das embaixadas para que seus cidadãos não sejam condenados por crime que não cometeram.
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