PRESO APÓS MATAR AMIGO COM 59 FACADAS: “NÃO ACEITO VIADAGEM”

O crime bárbaro ocorreu em 16 de junho deste ano, na Granja do Torto. Se condenado, pode pegar uma pena de 12 a 30 anos de reclusão.

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Metropolis:

O autor frio, calculista e sem demonstrar remorso, afirmou que a vítima tentou tirar seu short quando estava deitando se preparando para dormir.após uma suposta tentativa de manter relação sexual. Ele contou os detalhes que acertou Francisco com socos e acertou dois golpes com o cabo de uma enxada até cair no chão. Em seguida, pegou uma faca e acertou várias vezes no pescoço da vítima.

Até os policiais sentiram a frieza do criminoso, que estaria com muita raiva no momento do crime. Ele simplesmente olhou e disse que “não aceitava esse tipo de viadagem”.

Samuel informou aos policias que após matar Francisco, saiu da casa para pensar o que faria e decidiu voltar e dar o “confere”. Foi neste momento que desferiu mais facadas na barriga de Francisco. Depois, contou ter tomado algumas doses de cachaça e deitado ao lado do cadáver após cobrir o rosto da vítima como um pano.

No outro dia, Samuel contou que deixou o corpo no local, saiu pelas portas do fundo da casa e a trancou com cadeado. Foi trabalhar em uma obra. E naquele dia procurou os chefes e pediu que suas diárias fossem pagas por meio de Pix. Depois foi para Ceilândia, durante o trajeto, aproveitou para se livrar da faca utilizada para cometer o homicídio.

Conforme as investigações, foi descoberto que Samuel  teria sido convidado pela vítima para passar algumas noites na propriedade. Então as equipes da 2ª Delegacia da Polícia Civil (Asa Norte), Distrito Federal, Brasília, que cumpriram mandando de prisão preventiva. Samuel foi preso um mês após o crime

Samuel já tinha passagens por ameaça, resistência, desacato e desobediência, além de outros atos infracionais quando ainda era adolescente, dentre eles um homicídio.

Se condenado, pode pegar uma pena de 12 a 30 anos de reclusão. O criminoso vai aguardar o julgamento preso, no Centro de Detenção Provisória (CDP), no complexo penitenciário da Papuda.

 

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