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quinta-feira, junho 24, 2021
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Quando acusar alguém de fascista, pode ser você, só não sabe disso

Movimento político e filosófico ou regime (estabelecido por Benito Mussolini, na Itália, em 1922), que faz prevalecer os conceitos de nação e raça sobre os valores individuais e que é representado por um governo autocrático, centralizado na figura de um ditador (Fidel e Maduro). Na verdade, o fascismo foi um movimento nascido para combater o liberalismo.

“Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado.”

O Estado totalitário: é tudo nele e nada fora dele. Ou seja, o fascismo é a ideia que todas as ações humanas devem satisfações a uma organização central (O Estado) deve dirigir uma economia corporativista, controlando cada movimento do mercado, ao mesmo tempo, em que impõe claros limites às liberdades individuais.

Por que então não falar do ódio dos líderes do socialismo pelos liberais: soa tão estúpido quando liberais são acusados de fascistas. Na verdade, é o contrário. O fascismo é uma espécie de religião do Estado.

Os socialistas acreditam que o Estado deve assumir totalmente a responsabilidade por cada aspecto da vida humana em detrimento do individualismo.

As eleições de 2014 foi exatamente um racha entre tucanos e petistas de uma disputa ideológica em curso. A reeleição de Dilma Rousseff praticamente dividiu o país entre os defensores da esquerda e direita.

O país se viu fragmentado entre vermelhos e ‘gente branca de olhos azuis’ a um nível de esclarecimento e consciência política que podemos chamar de “classes separatistas”.

A disputa de 2018 acirrou uma luta ideológica que denotou a premissa é inegavelmente verdadeira antipatia da metade do país em que e mostrou o Brasil está atravessando um furacão descrito como uma mera zona de turbulência. Os vermelhos perderam o apoio daqueles que durante 16 anos deram hipótese que a eleição de um novo presidente como Jair Bolsonaro ampliou em proporção geométrica a antipatia das classes brasileiras.

Os impasses políticos atual dos índices na economia mostram o tamanho dos desafios que o país atravessa, além, ao cerco da Operação Lava Jato aos governos anteriores.

Podemos afirmar que os discursos e debates políticos que não existem as neutralidades ou indiferenças, é necessário comungar o ódio já enraizado entre as novas classes sociais: bolsomista e esquerdistas.

A aposta em soluções econômicas milagrosas de um sistema que estava funcionado e se contaminou juntos aos mesmo que outrora se corromperam. A administração petista perdeu o do controle do estado. Com isto, ocorreu a destituição da Dilma Rousseff. Agora é enfrentar, causas e consequências.

Existe um incômodo em manifestar, apoio ou oposição, termina em uma ditadura do pensamento, que consideram ambos os lados: “vendidos e traidores da pátria”. Sem preocuparem que estão ajudando destruir a nação.

Os ataques sofridos pela modelo Ana Hickmann, por foto com Bolsonaro, e reconhecer como meu-presidente, demonstraram a ojeriza de partes da população a democracia. Entretanto, denota uma profunda ditadura do pensamento. Existem excessos de ambos os lados.

“Vendo todos os comentários, e ainda não consigo entender as pessoas que acham que todo mundo tem que ter mesma opinião. O nosso país sempre fala em democracia, mas sempre tem aqueles que se negam a aceitar [a democracia]. Cada um tem o livre arbítrio para escolher o que achar melhor. Não tem que julgar uma pessoa por ter uma escolha diferente da sua. Uns gostam de magros, outros de gordos, uns preferem loiras, outros, morenas, e por aí vai. E ninguém é menos importante por isso. Vamos aprender a respeitar, independentemente de apoiar partido A, B ou C”, “Eu não tenho partido, eu tenho o Brasil. Meu país, minha casa”. Ana Hickmann

 

A luta agora é mais pelo monopólio do pensamento e deveria ser o combate à corrupção. Quem nada tem a ver com a vida pública, se torna refém da revolta popular. As simples exposições do pensamento podem sofrer riscos até da própria vida.

A vida não teria sentido com a ditadura do pensamento único.

Retornando ao assunto principal, onde existem aqueles que seguem a linha de pensamento de quanto menos o estado intervir no mercado, melhor. É uma doutrina baseada na defesa da liberdade individual, nos campos econômicos, político, religioso e intelectual, contra as ingerências e atitudes coercitivas do poder estatal.

O fascismo é o oposto dos que defendem toda literatura liberal ao longo dos últimos trezentos anos. É mais próximo daquilo que os socialistas instituíram em diferentes regimes ao redor do mundo no último século.

Será que agora vamos impor uma ditadura do pensamento único? Onde as liberdades de expressões não são livres, construídas a partir da boa vontade de uma liderança política?

Chama alguém de um determinado adjetivo sem saber o significado, “Xinga porque viu outras pessoas fazendo a mesma coisa”, típico da ofensa “fascista”. Quando for acusar alguém de fascista, pode ser você, só não sabe disso.

Chamar uma pessoa de fascista é crime contra honra.

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