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quarta-feira, outubro 20, 2021
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Queiroga anuncia dose de reforço para pessoas com 60 anos ou mais

De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, o reforço vale para quem tomou qualquer vacina usada na campanha nacional de vacinação contra a Covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou por videoconferência, em um evento na capital João Pessoa-Paraíba, nesta terça-feira (28/9), anunciou a ampliação da aplicação de doses de reforço das vacinas contra Covid-19 para idosos acima de 60 anos, durante o evento que marcou os 1.000 dias da gestão Bolsonaro. Também participaram da celebração o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, o ministro da Saúde substituto Rodrigo Cruz, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros e outras autoridades.

“Tenho uma boa notícia para compartilhar, vamos ampliar a dose de reforço para todos os adultos acima de 60 anos. Esta decisão é resultado do avanço da nossa campanha de vacinação, que segue em ritmo acelerado”! Ministro Marcelo Queiroga

Nos Estados Unidos, o presidente Biden está implementando uma estratégia nacional abrangente de seis frentes que emprega a mesma abordagem baseada na ciência que foi usada para combater com sucesso as variantes anteriores do COVID-19 no início deste ano. Esse plano garantirá que usaremos todas as ferramentas disponíveis para combater o COVID-19 e salvar ainda mais vidas nos próximos meses, ao mesmo tempo em que manteremos as escolas abertas e seguras e protegeremos nossa economia de bloqueios e danos.

“Se você tomou a vacina Pfizer em janeiro, fevereiro ou março – e você tem mais de 65 anos, tem um problema de saúde ou trabalha em um emprego de linha de frente – você pode ir buscar o reforço. Eles estarão disponíveis em 80.000 locais, incluindo em mais de 40.000 farmácias em todo o país”. Presidente Joe Biden

Mais de 180 milhões de americanos, incluindo mais de 80% das pessoas com mais de 65 anos, estão totalmente vacinados contra o vírus SARS-CoV-2 responsável pelo COVID-19. Não há dúvida de que a vacinação completa é a melhor maneira de se proteger contra esse vírus devastador e reduzir suas chances de desenvolver uma doença grave ou de longa duração se você ficar doente. Mas, para ficar à frente desse vírus terrível, questões importantes permanecem. Uma grande questão agora é: em quanto tempo serão necessárias doses de reforço e para quem?

As respostas a essa pergunta continuarão a evoluir à medida que mais dados de alta qualidade forem disponibilizados. Mas aqui está o que sabemos agora sobre o impulsionador Pfizer-BioNTech. No final da semana passada, a Dra. Rochelle Walensky, Diretora dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), recomendou que:

  • Aqueles com 65 anos ou mais e residentes em ambientes de cuidados de longo prazo devem receber uma injeção de reforço pelo menos 6 meses após serem totalmente vacinados com a vacina Pfizer-BioNTech,
  • Pessoas com idades entre 50-64 anos com condições médicas subjacentes devem receber uma injeção de reforço pelo menos 6 meses após serem totalmente vacinadas com a vacina Pfizer-BioNTech,
  • Indivíduos com idades entre 18 e 49 anos com condições médicas subjacentes podem receber uma injeção de reforço pelo menos 6 meses após serem totalmente vacinados com sua vacina Pfizer-BioNTech, com base em seus benefícios e riscos individuais.
  • Os funcionários da linha de frente que receberam a vacina Pfizer-BioNTech podem receber um reforço. Este grupo inclui qualquer pessoa de 18 a 64 anos cuja exposição institucional ou ocupacional frequente ao SARS-CoV-2 os coloca em alto risco de COVID-19.

Essas são as regras da dose de reforço nos Estados Unidos.

“As vacinas COVID-19 funcionam e possa mantê-lo fora do hospital” Rochelle Walensky, diretora do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) –

Marcelo Queiroga avança na vacinação de um grupo de risco que são os atingidos pelas hospitalizações.

Em 24 de setembro, foi anunciado que Ministério da Saúde aprovou doses de reforço para os profissionais da saúde e a preferencia é pela vacina da Pfizer, e o profissional tenha sido vacinado pelo menos seis meses de diferença da segunda dose.

De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, o reforço vale para quem tomou qualquer vacina usada na campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 e será realizado, preferencialmente, com uma dose da Pfizer/BioNTech. Na falta desse imunizante, a alternativa deverá ser feita com as vacinas de vetor viral, Janssen ou Astazeneca.

O Ministério da Saúde informou que a Campanha de Vacinação contra a Covid-19, que está perto de completar 300 milhões de doses distribuídas.

 

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