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quinta-feira, junho 17, 2021
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Revisor da Lava Jato vota pela condenação de Geddel no processo do bunker

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Divulgação/Polícia Federal

Geddel Vieira Lima está mais próximo de ser condenado no STF por bunker de R$ 51 milhões


O ministro Celso de Mello , revisor dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), foi o segundo a votar pela condenação do ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA) e de seu irmão, o ex-deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), no processo dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador em 2017. O julgamento foi suspenso e será retomado pela Segunda Turma do STF na próxima terça-feira. Há duas semanas, o relator, ministro Edson Fachin , também já tinha votado pela condenação. Faltam agora os votos de Ricardo Lewandowski , Gilmar Mendes e Cármen Lúcia.

Leia também: STF volta a julgar hoje Geddel e irmão no caso dos R$ 51 milhões

 Assim como Fachin, Celso de Mello votou para condenar Geddel por associação criminosa e oito atos de lavagem. No caso de Lúcio, foram dois atos de lavagem, além de associação criminosa. Os dois ministros também votaram para absolver ex-assessor Job Ribeiro Brandão e o empresário Luiz Fernando Machado da Costa Filho, que eram acusados de ajudarem os políticos a ocultar o dinheiro no imóvel.

O julgamento já tomou quatro sessões da Segunda Turma, que se reúne às terças-feiras. Em 24 de setembro, foram apresentadas as sustentações orais das defesas e da acusação. Em 1º de outubro, Fachin deu seu voto. Em 8 de outubro, Celso começou a votar. Agora, o revisor terminou seu voto. O julgamento foi interrompido para que a Segunda Turma pudesse julgar outros processos, que estão acumulados em razão da ação penal contra os irmãos.

Leia também: Fachin vota para condenar Geddel no caso do bunker de R$ 51 milhões

Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), os R$ 51 milhões têm origem criminosa: propinas recebidas da construtora Odebrecht e repasses do operador financeiro Lúcio Funaro. Ainda segundo os investigadores, há provas de que a família Vieira Lima lavava dinheiro por meio do mercado imobiliário. Já as defesas alegaram nulidades em laudos incluídos no processo e falta de provas da origem supostamente ilegal do dinheiro.

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