Rússia volta a ligar gás, entretanto, crise energética na Europa vira arma pró Kremlin

O fornecimento de gás da Alemanha está funcionando em nível de alerta, com previsões do governo sugerindo um inverno difícil pela frente,

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A Rússia trava duas guerras: armada na Ucrânia e energética conta o continente europeu que transformou em uma das piores crises energéticas em décadas.

Os fluxos de gás para o continente europeu estão sendo mantido apenas com à capacidade de 40% que a Rússia tinha cortado no mês de junho.

“A situação é ligeiramente! tensa e não se pode descartar uma deterioração da situação. No entanto, o abastecimento de gás em DEU está estável neste momento. A segurança do abastecimento em O DEU ainda está garantido”, Klaus Müller, presidente da agência reguladora de energia da Alemanha.

“Quanto mais conseguirmos reduzir o consumo privado e industrial de gás, maior será a probabilidade de descermos deste nível de preços. Só podemos fazer isso reduzindo adequadamente o consumo. Está em nossas mãos”, disse.

“infelizmente, a incerteza política e o corte de 60% a partir de meados de junho permanecem”.

A Rússia negou descumprimento de contrato para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen,

A presidente tinha informado que a Rússia está chantageando a Europa. “Está usando a energia como arma”, disse ela.

Diminuir o fornecimento de gás para o continente europeu criou uma crise, devido às empresas movidas a energia, especialmente na Alemanha, que tem uma forte dependência do gás russo, correm o risco de fechar.

Moscou apenas revelou como é a dependência da Europa em relação às fontes de gás e energia russas, e até que ponto essa dependência permitirão que a Rússia pressione o Ocidente para colocar fim às sanções devido à invasão da Ucrânia. Os russos estão sabendo utilizar a energia como arma para pressionar efetivamente os líderes ocidentais.

Com os fluxos de gás russo para a Europa em declínio desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro e desencadearam sanções ocidentais, o Canadá concordou recentemente em permitir a devolução da turbina Siemens Canada a estatal russa de energia Gazprom.

A Rússia colocou a culpa na ausência da turbina que estava em manutenção no Canadá em reduzir em 60%, fornecimento de gás para o continente europeu em meados de junho.

Em 15 de julho, a estatal russa de energia Gazprom, tinha pedido ao grupo alemão Siemens, a devolução de uma turbina reparada no Canadá. Seria para garantir a operação do gasoduto Nord Stream que abastece a Europa.

A peça foi enviada ao Canadá para reparos, o problema da empresa em eram as sanções ocidentais impostas à Rússia. De acordo com a Gazprom, a peça era essencial para o funcionamento do gasoduto.

O governo canadense concordou em conceder à Siemens uma autorização limitada com caráter revogável que permitiu a documentação para o retorno da peça. O ministro canadense de Recursos Naturais, Jonathan Wilkinson, disse que a medida visa evitar que a crescente crise do gás saia do controle.

O presidente Volodymyr Zelensky disse “que a Rússia está deliberadamente chantageando com gás e provocando violações de sanções”.

Após o fim da União Soviética, a Rússia Rússia fechou acordo com a Europa fornecer gás natural barato e prontamente disponível que fluiria diretamente da Rússia para o continente europeu. Era uma oportunidade para os países europeus e a Rússia de crescimento econômico. .

Grande importador do gás russo, a Alemanha, foi uma das que mais cresceu economicamente. Desta forma, tornou-se dependente do gás russo para mover sua máquina econômica. O país importa 55% do gás russo. Desfazer de anos da dependência energética, será um desafio enorme.

Com os fluxos de gás russo para a Europa em declínio desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro e desencadearam sanções ocidentais, o Canadá concordou recentemente em permitir a devolução da turbina Siemens Canada a gigante russa de energia Gazprom.

O fornecimento de gás da Alemanha está funcionando em nível de alerta, com previsões do governo sugerindo um inverno difícil pela frente, levando a uma escolha ainda mais difícil, continuar fornecendo aos países europeus ou manter o gás para os cidadãos.

Para o vice-chanceler alemão Robert Habeck, o país terá que evitar a escassez de gás o máximo possível. Desta forma, estamos discutindo que não tem como evitar o envio de gás das nossas lojas para países europeus vizinhos.

A Europa segue trabalhando para reduzir a dependência da energia russa. A medida que a guerra demora, aumenta os problemas econômicos devido a dependência do gás russo.

A Rússia vai manter a interrupção do gás para a Bulgária, Polônia, Finlândia, Holanda e Dinamarca.

Conclusão, essa batalha energética revelou imensa dependência do continente europeu das importações de combustíveis fósseis, que serve para seus recursos empresariais e domésticos. As reservas estão em grande parte, esgotados. Os aumentos nos preços da energia na Europa em 2021/2022 e as tensões em países que são essenciais para o abastecimento de energia do continente. A única forma que os países europeus terão para evitar a dependência de importações será para as energias renováveis, que poderá alívio no futuro.

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