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segunda-feira, junho 14, 2021
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Supremo decide hoje se parte do Centrão virem réus na Lava Jato

O STF vai decidir se coloca lideranças do chamado Centrão no banco dos réus.

A segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir terça-feira (21), se coloca as lideranças do grupo “Centrão” no banco dos réus.

Está em pauta, denúncia contra o “quadrilhão do PP”, maior partido do bloco informal da Câmara.

O caso do “quadrilhão do PP” chegou ao Supremo em março de 2015, em setembro de 2017, o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo as acusações no caso do “quadrilhão do PP”, por organização criminosa contra os parlamentares.

Em março de 2018, a Procuradora Geral da República, Raquel Dodge pediu que STF tornasse réus membros do PP acusados de receberem propina, em um esquema de corrupção na estatal, sobretudo na Diretoria de Abastecimentos, gerou pelo menos R$ 377 milhões em propinas ao núcleo político do partido.

A procuradora manifestou ao Supremo contrario as alegações apresentadas pelas defesas e pediu o recebimento integral da denúncia de formação de organização criminosa por políticos do Partido Progressista com atuação no âmbito da Petrobrás.

O colegiado na discutirá na pauta, se acata ou não, a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), na Lava Jato, contra Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Arthur Lira (PP-AL) Eduardo da Fonte (PP-PE) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Os quatro são acusados pelo crime de organização criminosa.

Eles são acusados de participar de esquema de “cometimento de uma miríade de delitos” e arrecadação de propina por meio da utilização de diversos órgãos da administração pública, como a Petrobrás, a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades.

Raquel Doddge, na sua manifestação que a organização criminosa teria sido concretamente estruturada após a eleição em 2002 do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso e condenado na Operação Lava Jato.

Arthur Lira é acusado de receber vantagens indevidas por meio de doações eleitorais oficiais, em um total de R$ 2,6 milhões. A denúncia diz que Ciro Nogueira solicitou e recebeu da empreiteira UTC Engenharia um total de R$ 1,875 milhão.

Aguinaldo Ribeiro a acusação de “ordenar a captação e o repasse da propina” decorrente de contratos relacionados à diretoria de abastecimento da Petrobrás, em um esquema que também teria beneficiado Eduardo da Fonte.

Todos eles negam as acusações.

Informações: Noticias ao Minuto

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