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Temer e mais sete são absolvidos em ação que levou ex-presidente à prisão

A ação penal por suposta corrupção e lavagem de dinheiro contra o ex-presidente foi encerrada

07/02/2022

A ação penal por suposta corrupção e lavagem de dinheiro contra o ex-presidente foi encerrada

O ex-presidente Michel Temer foi absorvido pela justiça de Brasília e outros sete réus em um processo que investigava crimes em contratos da Eletronuclear, na Operação Radioatividade, 16ª fase da Operação Lava Jato.

O foco destas investigações foi referentes contratos firmados por empresas com a Eletronuclear, cujo controle acionário é da União. A empresa foi criada em 1997 para operar e construir usinas termonucleares e responde hoje pela geração de cerca de 3% da energia elétrica consumida no país.

A prisão de Michel Temer ocorreu em 21 de março de 2019, em cumprimento de mandado expedido pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, dentro da Operação Descontaminação um desmembramento da Operação Radioatividade.

A ação penal por suposta corrupção e lavagem de dinheiro foi encerrada.

Foram beneficiados: o ex-ministro Moreira Franco (Minas e Energia); o ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva; o sócio da Engevix, José Antunes Sobrinho; o amigo do ex-presidente João Baptista Lima Filho, o coronel Lima; e os empresários Carlos Alberto Costa, Maria Rita Fratezi e Rodrigo Castro Alves Neves.

Em nota, o advogado Eduardo Pizarro Carnelós, que representa o ex-presidente, diz que as acusações nunca passaram de um “delírio” e de uma investida “inescrupulosa” contra Temer.

Para Eduardo Pizarro Carnelós, a prisão de Temer foi um dos “mais graves atentados” ao Estado democrático e de direito no Brasil

A decisão de encerrar a ação é do juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal do Distrito Federal. Ele considerou a denúncia “genérica” e baseada exclusivamente na delação do sócio da Engevix. Segundo Bastos, os investigadores se limitaram a descrever crimes, “sem nada efetivamente provarem”.

A Procuradoria-Geral da República acusou indícios de fraude em contratos firmados entre a Eletronuclear e as empresas AF Consult Ltd e Engevix, para projeto na usina nuclear de Angra 3.

Fonte: CNN

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