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quarta-feira, outubro 27, 2021
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Tirem suas dúvidas sobre o Covid-19 e a proteção das vacinas

Nosso sistema imunológico é formado por moléculas e o risco de doença e morte pelo vírus é muito maior que quaisquer benefícios da imunidade natural. 

 

Por Hernane Amaral

Conforme o Centro de Controle de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, algumas pessoas preferem a infecção natural à vacinação para obterem a imunidade contra Covid19.

A Imunidade são os mecanismos que nosso corpo possui para garantir proteção contra agentes nocivos que podem causar doenças. 

Nosso sistema imunológico é formado por moléculas e o risco de doença e morte pelo vírus é muito maior que quaisquer benefícios da imunidade natural. 

Alterações na nossa imunidade podem tornar-nos mais suscetíveis a doenças.

Pacientes que foram contaminados e tiveram casos mais graves de Covid-19, a tendência é ter uma resposta imunológica mais robusta do que as pessoas que tiveram uma infecção branda ou assintomática.

Quando fizeram o estudo e comparação, pacientes após a vacinação, a resposta imunológica é consideravelmente melhor que a infecção natural.

A imunização artificial produz a capacidade para que nosso corpo possa reconhecer agentes estranhos e provocar uma contra esses invasores e desta forma, evitando que ele nos cause danos. 

Rochelle Walensky, diretora do CDC, considera ser importante usar várias estratégias de prevenção contra o COVID19 para diminuir  a limitação da disseminação do vírus SARS-CoV-2 que causa a doença.  As estratégias incluíram: altas taxas de vacinação, testes frequentes, mascaramento, distanciamento físico e lavagem das mãos.

O vírus pode ser transmitido através de gotículas espalhadas pela tosse que pode ser inalada ou infectar superfícies que as pessoas tocam.

O uso do álcool gel para higiene das mãos é um item obrigatório, 

“A eficácia é muito boa para diminuir a transmissão do coronavírus , mas isso também vale para todas as viroses respiratórias”. O produto, porém, não é mais eficiente do que água e sabão”, Elie Fiss, médico pneumologista e pesquisador sênior do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

As pessoas vacinadas podem contrair o vírus, entretanto, a chance de ter a forma grave diminui consideravelmente. 

Estudos demonstram reduções de internações, internações em unidades de terapia intensiva e óbitos nas populações vacinadas. 

Mas isso não quer dizer que entre os vacinados não possamos contrair o vírus, de forma assintomática ou sintomática e transmitir para outras pessoas. 

Pesquisadores da Universidade de Oxford relataram que o risco rara de coagulação do sangue conhecida como trombose venosa cerebral (TVC), após a infecção por COVID-19 é cerca de 100 vezes maior do que o normal, várias vezes maior do que após a vacinação que diminuí.

COVID-19 é uma doença emergente que alcançou níveis pandêmicos. Os grupos de riscos são compostos por indivíduos idosos, pacientes com comorbidades e dentre elas estão pacientes com obesidade, diabetes e hipertensão.

 Como funciona o teste rápido para covid-19.

 Consiste num cassete de plástico (similar àqueles de testes de gravidez encontrados em farmácias).

Nele é colocado algumas gotas de sangue da pessoa a ser testada. O sangue passa, então, por uma fita absorvente que o leva até a área onde está o reagente.

O reagente é uma substância que, quando entra em contato com os anticorpos, muda de cor, indicando a presença deles  na amostra avaliada. 

Caso a pessoa tenha produzido anticorpos para o novo coronavírus, duas faixas coloridas aparecerão no mostrador e o resultado é positivo. 

Caso o sangue não apresente anticorpos, aparece apenas uma faixa e o resultado é negativo. 

Os testes atuais avaliam a presença de dois tipos de anticorpos diferentes, IgG e IgM. O significado do teste depende de quais dessas proteínas foram identificadas. 

Quando o resultado é positivo apenas para IgM, significa que a pessoa está ou esteve recentemente infectada. 

Quando o resultado é positivo para IgG significa que a pessoa já entrou em contato com o vírus no passado.

O resultado positivo para anticorpos não significa que a pessoa está com o vírus no momento do teste, pois tanto a IgM e, especialmente, a IgG permanecem presentes no sangue por longos períodos após o fim da infecção.

Devemos levar em consideração que os anticorpos são produzidos em quantidades identificáveis pelos testes 8 dias após a contaminação.

Mas,estudos imunológicos documentaram um declínio constante dos níveis de anticorpos entre os indivíduos vacinados.

Após meses de acompanhamento de pessoas vacinadas, os registros de saúde de países como o Reino Unido e Israel indicam que as vacinas COVID-19 estão perdendo sua força, pelo menos quando se trata de conter as doenças transmissíveis.

O estudo britânico ZOE Covid apontou que, no caso da vacina Pfizer/BioNTech começa a diminuir dentro de seis meses, o que mostra a necessidade de doses de reforço.

Pesquisadores do Reino Unido concluíram que a eficácia um mês após a segunda dose, que é de 88%, cai para 74% passados cinco ou seis meses. 

Para o imunizante da AstraZeneca, a eficácia caiu de 77%, um mês depois, para 67% após quatro ou cinco meses.

Foram analisados os dados registrados por colaboradores do aplicativo ZOE COVID Study que registraram suas vacinações COVID entre 8 de dezembro de 2020 e 31 de julho de 2021. Em seguida, analisamos se alguma dessas pessoas relatou um resultado positivo do teste COVID entre 26 de maio deste ano , quando a variante Delta tornou-se dominante no Reino Unido , e no final de julho.

Não há dados concretos se será preciso tomar a vacina todos os anos. As informações são que devem ter pelo menos seis meses de imunidade, uma aplicação para reforço. 

Vai depender de uma série de fatores:  Idade, presença de comorbidades, tipo e marca de vacina, exposição ao vírus, entre outros. 

A Pfizer/BioNTech confirmaram uma eficácia de 91,3% seis meses após a segunda dose. 

Na mesma dinâmica foi aplicada a vacina Moderna, que conferiu eficácia de 94% após o sexto mês da segunda dose. 

Essa dose de reforço de seis meses é um fator importante para que os fabricantes continuem monitorando os efeitos dos seus imunizantes com o passar do tempo. 

A ameaça Delta que os anticorpos induzidos pela vacina fazem um trabalho pior no reconhecimento de variantes do SARS-CoV-2 em comparação com a cepa ancestral do vírus 4 . 

O que não está claro, entretanto, é até que ponto as salvaguardas do sistema imunológico que protegem as pessoas vacinadas contra doenças graves, hospitalização e morte também podem estar diminuindo. “Essa”, diz Davenport, “é a pergunta de um milhão de dólares no momento”.

Importante que estados e municípios sigam as recomendações do Ministério da Saúde. As vacinas contra a Covid-19 passaram por estudos clínicos rigorosos em muitos países para verificar sua segurança e eficácia. 

Cabe ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) decidir quem deve tomar,  qual vacina e os motivos. 

Baixe a Revista Imunização clicando aqui.

Veja também

Risco de coagulação sanguínea rara maior para COVID-19 do que para vacinas

Referências

Fiocruz 

Fundação Oswaldo Cruz

Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)

Zoe Covid 

Tec Mundo

Coronavírus 

Revista Nature

Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT

Ministério da Saúde

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