Uberlândia: combate ao crime organizado, 11 foram presos.

Os mandados foram cumpridos em endereços ligados aos suspeitos, como residências e estabelecimentos comerciais.

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Ação conjunta Polícia Civil, Polícia Militar, Superintendência da Receita Estadual e do Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cumprem 16 mandados de busca e apreensão, na sexta-feira (27/5), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

O objetivo da “Má Influência” que foi cumprida é voltado ao enfrentamento qualificado de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, sonegação tributária, dentre outros crimes apurados em inquéritos policiais, cujas investigações conjuntas ocorrem há mais de um ano, por meio da união de esforços entre as forças do sistema de Justiça da cidade de Uberlândia.

Um dos alvos da operação conjunta “Má Influência” foi um elemento de conexão entre diversos integrantes de organizações criminosas e se dedicava a exercer o suposto papel de influenciador digital em redes sociais, não obstante realizava diversos delitos, entre os quais tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

A operação “Má Influência” é um desdobramento da “Operação Diamante de Vidro” deflagrado em agosto de 2021. Durante as investigações foi verificado que os suspeitos utilizavam diversas estratégias para lavar dinheiro, como aquisição de imóveis por meio de interpostas pessoas, usando de expedientes fraudulentos, compra e venda de veículos de luxo, mescla de valores provenientes de crimes com valores lícitos utilizados em empresas, recebimento de diversas quantias fracionadas em pequenos valores em contas correntes com consequente transferência para contas de pessoas jurídicas, entre outras condutas.

As Organizações criminosas envolvidas usavam estratégias do grupo para lavar dinheiro e o envolvimento em outros crimes: tráfico de drogas, por meio da venda de anabolizantes, e a sonegação fiscal, a partir da comercialização clandestina de aparelhos celulares, sem recolhimento de impostos e fornecimento de notas fiscais. As investigações conseguiram individualizar a participação de cada membro do grupo e também apontam os papéis dos suspeitos nos esquemas ilegais.

Conforme informações da Polícia Civil, onze presos, incluindo o principal alvo já descrito acima.

Durante o cumprimento dos 16 mandados de busca e apreensão, as equipes apreenderam aproximadamente R$ 120 mil em dinheiro, dez veículos de luxo, dezenas de celulares, computadores, notebooks, aparelhos de televisão e outros itens de interesse investigativo.

Conforme o MPMG, a prática de tráfico de drogas cometido por investigados na operação, em associação com um profissional da saúde, que também foi denunciado pelo MPMG. As investigações demonstraram que um dos suspeitos adquiriu hormônio do crescimento humano, vulgarmente conhecido como “GH”, com a utilização de receitas falsas, preenchidas com dados fraudados de pessoas físicas, incorrendo em condutas previstas na Lei 11.343/2006. Existem provas de que o investigado comercializava tais hormônios do crescimento, além de outros anabolizantes que tem a venda controlada, conforme previsão da portaria SVS n° 344 da Anvisa.

Para saber mais detalhes da investigação conjunta, clique AQUI .

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