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segunda-feira, junho 21, 2021
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USA reage a prisão de Roberto Marrero na Venezuela e pede imediata libertação

As reações da comunidade internacional à prisão de Marrero não demoraram. O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, condenou a escalada repressiva, no que ele descreveu como “batidas” do serviço de inteligência (SEBIN), que respondem às ordens de Nicolás Maduro. “Os Estados Unidos condenam os ataques realizados pelos serviços de segurança de Maduro (…) Pedimos a sua libertação imediata, e vamos responsabilizar os envolvidos”, afirmou Pompeo via Twitter.

Danos na casa de Roberto Marrero, em Caracas
Danos na casa de Roberto Marrero, em Caracas REUTERS

O enviado especial dos Estados Unidos para a Venezuela, Elliott Abrams, exigiu a libertação imediata de Marrero e disse que haverá consequências diretas para os responsáveis por sua detenção. Para o senador republicano Marco Rubio, a prisão de Marrero é uma escalada da repressão e “pode indicar o início dos esforços para prender o próprio Guaidó”, escreveu no Twitter.

Em nome do Governo da Colômbia, o chanceler Carlos Holmes Trujillo condenou a prisão do colaborador de Guaidó e fez um chamado à comunidade internacional para exigir o respeito à liberdade, a vida e à integridade dos opositores.

Do exílio, Luisa Ortega Díaz, ex-procuradora da República, disse que o sequestro de Roberto Marrero é a resposta do regime de Nicolás Maduro ao relatório da ONU sobre a situação dos direitos humanos na Venezuela.

A detenção do colaborador de Guaidó ocorreu poucas horas depois de o Alto Comissariado para os Direitos Humanos das Nações Unidas e a Organização dos Estados Americanos fazerem uma dura denúncia sobre as prisões ilegais e torturas como método de repressão contra opositores e dissidentes empregadas pelo Governo de Maduro.

Michelle Bachelet disse em Genebra que as forças de segurança venezuelanas, apoiadas pelos “coletivos armados” e grupos paramilitares aliados ao Governo, vêm reprimido a dissidência pacífica com uso excessivo da força, mortes e tortura documentados por seu gabinete. Em paralelo, a ex-presidenta do Chile citou denúncias de que a Força de Ações Especiais da Polícia Nacional (FAES) executou 37 pessoas em janeiro, em Caracas, em batidas ilegais em casas em áreas pobres que apoiavam a oposição.

 

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