Vacina covid: Quarta dose liberado para pessoas com 50 anos

Pessoas com 50 anos ou mais e trabalhadores da saúde, de todas as idades, podem tomar a segunda dose de reforço contra a Covid-19 a partir deste sábado (4/7) em todo Brasil.

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O Ministério da Saúde reforça a importância de estados e municípios seguirem as orientações da pasta para o andamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19.

A segunda quarta dose ou segunda de reforço está liberada para pessoas com 50 anos ou mais e trabalhadores da saúde de todas as idades.

A quarta dose de vacina foi recomendada pelo Ministério da Saúde para a faixa etária e pessoas da área da saúde.

No cartão de vacina está à informação da data que tomou a dose de reforço. É necessário ter tomado a dose de reforço há pelo menos quatro meses.

Aqueles que tomaram o imunizante da Janssen mais o reforço da Janssen também deve procurar essa segunda dose de reforço após quatro meses.

“Pessoas com 50 anos ou mais e trabalhadores da saúde, de todas as idades, podem tomar a segunda dose de reforço contra a Covid-19 a partir deste sábado (4/7) em todo Brasil. A recomendação do Ministério da Saúde vale para quem já tomou a primeira dose de reforço há mais de quatro meses”, cita o Ministério da Saúde.

Uma pesquisa feita pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, encomendada pelo Ministério da Saúde, mostrou que a combinação heteróloga para a dose de reforço, ou seja, de vacinas diferentes, é mais eficaz. Os resultados mostraram ainda que a dose de reforço pode aumentar em até 100 vezes a produção de anticorpos contra a Covid-19. Até agora, mais de 4,5 milhões de brasileiros tomaram a segunda dose de reforço.

O Ministério da Saúde reforça a importância de estados e municípios seguirem as orientações da pasta para o andamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19. A Pasta segue a distribuição equânime e proporcional de vacinas Covid-19 para todo país, conforme a necessidade de cada unidade federativa.

Jakob Cramer, Diretor de Desenvolvimento Clínico, Vaccine R&D, CEPI, disse: “A pesquisa clínica sobre estratégias de vacinação de dose fracionada e de combinação e combinação forneceram evidências muito relevantes sobre recomendações pragmáticas sobre o uso de vacinas tanto em países de alta renda quanto em países de baixa renda. e configurações de países de renda média.

Escrevendo em uma carta de pesquisa revisada por pares publicada no Lancet, eles relatam que, quando administrados em um intervalo de quatro semanas, ambos os cronogramas ‘mistos’ (Pfizer-BioNTech seguido por Oxford-AstraZeneca e Oxford-AstraZeneca seguido por Pfizer -BioNTech) induziram reações mais frequentes após a segunda dose de “reforço” do que os esquemas padrão “não mistos”. O acrescentar que quaisquer reações adversas foram de curta duração e não houve outras preocupações de segurança.

Matthew Snape, Professor Associado de Pediatria e Vacinologia da Universidade de Oxford, e investigador-chefe do estudo, disse:
“Embora esta seja uma parte secundária do que estamos tentando explorar através desses estudos, é importante que informemos as pessoas sobre esses dados, especialmente porque esses esquemas de doses mistas estão sendo considerados em vários países. Os resultados deste estudo sugerem que os esquemas de doses mistas podem resultar em um aumento nas faltas ao trabalho no dia seguinte à imunização, e isso é importante a ser considerado ao planejar a imunização dos profissionais de saúde.

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