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sábado, novembro 27, 2021
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Vamos fazer um relatório de maioria e serão responsabilizados

O relatório tem que ser "muito forte", deve ser muito "devastador", mas deve ser muito "sólido Juridicamente". Senador Humberto Costa

O Senador Renan Calheiros, relator da CPI da Pandemia, enviou nesta segunda-feira (18/10), parte do relatório da CPI da Pandemia.

Será indiciado o presidente da República Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro. 

Na cúpula do governo: Os Ministro do Trabalho Onyx Lorenzoni, o Ministro da Defesa General Walter Braga Neto, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o das Relações Exteriores Ernesto Araújo. 

Da AGU: O Ministro Wagner Rosário.

Ao todo serão indiciados 72 pessoas, entretanto, para o Senador Randolfe Rodrigues, teria que acrescentar o Ministro da Economia Paulo Guedes. 

Para Randolfe Rodrigues, falta nomes na lista e ele considera que existem provas o suficiente, na opinião dele.

Outros senadores e juristas consideram parte do relatório sem fundamentos jurídicos e totalmente com viés político. 

“Pode ser, com certeza será. Nós não vamos falar grosso na investigação e miar no relatório. Ele com certeza será, sim, pelo que praticou.” Senador Renan Calheiros.

Renan Calheiros atribuiu ao Presidente Jair Bolsonaro, 11 crimes no relatório final e alterou o indiciamento por homicídio comissivo para homicídio qualificado e manteve a tipificação de genocídio de povos indígenas, contrário a opinião do Senador Omar Aziz, presidente da CPI da Pandemia. 

Para Renan Calheiros o Presidente Jair Bolsonaro cometeu os seguintes crimes:

Homicídio Qualificado, Epidemia, Inflação de Medida Sanitária, Charlatanismo, Incitação ao Crime, Falsificação de Documento Particular, Emprego Irregular de Verbas Públicas, Prevaricação, Genocídio de Indígenas, Crime Contra a Humanidade, Violação de Direito Social (Crime de Responsabilidade), Incompatibilidade com Dignidade, Honra e Decoro do Cargo (Crime de Responsabilidade).

O Crime de Genocídio de Povos Indígenas deve ser para ter apoio da Comunidade Internacional. 

A Cúpula da CPI da Pandemia, conhecida como G7, reunirá hoje,terça-feira (19/10), na casa do Senador Tarso Jereissati para superar as dificuldades, as divergências (entre os Senadores).

Parte do relatório foi defendido hoje pelo Senador Humberto Costa (PT-CE).

Para a avaliação do Senador, o relatório tem que ser “muito forte”, deve ser muito “devastador”, mas deve ser muito “sólido Juridicamente”.

Costa disse que não há como simplesmente indiciar pessoas, apontar crimes se não há consistência no que está propondo. Para o senador, o que não pode é apresentar um relatório de modo que um promotor de primeira instância diga que “isso não vale nada”.

O Senador disse que a discussão ao tema da pandemia, não há um genocídio, mas, houve um conjunto de ações danosa a população Indígena. Ele informou que esses crimes no relatório da CPI não existe, mas, para o Tribunal de Haia é consistente. 

Humberto Costa conversou com jornalistas hoje, na parte da manhã. 

Também em entrevista o Senador Renan Calheiros disse que a reunião de hoje será importante e se a maioria quiser tirar pontos divergentes que tirem.

Sobre indiciar o ministro Paulo Guedes ele concorda, mas é uma decisão da maioria.

Para Renan, Paulo Guedes travou o pagamento do Auxílio Emergencial e depois das primeiras parcelas, pagou outras parcelas com a metade e agravou a fome e o desemprego.

Para o Senador Omar Aziz, faltou o indiciamento do governador do Amazonas. 

 

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