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quarta-feira, junho 16, 2021
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VIDEO | Delegado Marcelo Freitas e o deputado Eduardo Bolsonaro explica polêmica sobre PSL

O Deputado Federal Delegado Marcelo Freitas está com o Presidente da República Jair Bolsonaro na luta por um país melhor, mais desenvolvido e igualitário para todos!

“Independente das falácias e especulações sobre mudanças partidárias, nosso compromisso é com o Brasil. Fomos eleitos para lutar por dias melhores e mais prósperos para nossa nação e nada mudará nossa convicção e trabalho para atingir estes objetivos”, afirma o parlamentar.

A declaração do presidente Jair Bolsonaro a um apoiador sobre “esquecer o PSL” na terça-feira (08) repercutiu muito no Congresso.

As bancadas do PSL: na Câmara e do Senado convocaram uma reunião às pressas com Bolsonaro para tentar amenizar o problema.

A reunião acabou sem consenso: Deputados bolsonarista pediram que Bivar deixe a presidência do partido e os Deputados aliados defenderam a sua permanecia.

O problema ocorreu devido no último fim de semana, em conversa com aliados, Bolsonaro externou insatisfação com a falta de gestão, organização e transparência do partido.

A aliados e Bolsonaro decidiram aguardar uma resposta sobre uma consulta que teria sido feita ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para saber se poderá levar os recursos do fundo partidário do PSL caso migre para outro partido.

De acordo com a Resolução 22.610 do TSE, que trata de fidelidade partidária, os parlamentares só podem mudar de legenda, sem correr risco de perder o mandato, se houver: incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; desvio no programa partidário ou grave discriminação pessoal.

No entanto, segundo a nova regra, a troca partidária não será considerada para fins de distribuição dos recursos do Fundo Partidário e do acesso gratuito ao tempo de rádio e televisão. Esse cálculo é proporcional ao número de deputados federais de cada legenda. Na prática, portanto, os partidos contemplados agora com filiações de novos deputados federais não vão se beneficiar com mais recursos nem adicional de tempo de rádio e televisão nos dois próximos pleitos — as eleições de outubro próximo (prefeitos e vereadores) e o pleito geral de 2018 (presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais).

Com aeleição de de Bolsonaro, o partido conquistou 11,6 milhões de votos em 2018, o que elevou o fundo partidário de R$ 6,2 milhões em 2018 para R$ 103 milhões em 2019, um crescimento de 1.341%.

Deputados aliados de Bolsonaro acreditam que parte desses recursos possa ser levada para a legenda, já que o presidente tem o apoio de pelo menos 30 deputados.

Manifesto

No último mês, o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) recolheu 34 assinaturas em um manifesto pela reformulação da cúpula do partido.

Luiz Philippe de Orleans e aliados não estava satisfeitos com o poder de Bivar e de seu vice, Antonio Rueda.

Entre os membros da Executiva, só os dois têm a chave do cofre do PSL.

O manifesto acabou gerando outra crise e o Luiz Philippe deixou o diretório estadual de São Paulo, que é presidido pelo deputado Eduardo Bolsonaro.

Hernane Amaral

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