sexta-feira, maio 20, 2022
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Zelenskiy diz que as linhas de defesa estão resistindo ao ataque russo.

Uma equipe avançada deixou o Tribunal Penal Internacional (TPI) em Haia na quinta-feira para começar a investigar possíveis crimes de guerra na Ucrânia

Nossas linhas de defesa estão bravamente resistindo os ataques russos, disse o presidente do país, Volodymyr Zelenskiy, em seu último vídeo postado no Telegram nesta quinta-feira (03/03).

“Desde a meia-noite, houve intenso bombardeamento sem trégua as cidades ucranianas. Só prova de que eles fracassaram em sua tentativa de obter algo via terra”.

E acrescentou: A Ucrânia foi bem-sucedida em resistir ao plano inicial de Moscou de reivindicar uma vitória rápida por meio de um ataque terrestre.

“Sobrevivemos a duas guerras mundiais”, (1914 a 1918 – 1939 a 1945). “Três carestias” (Falta de bens essenciais à sobrevivência; escassez de um produto em específico, que encareceu o preço do custo de vida).

“O Holocausto” (Holocausto foi uma ação sistemática de extermínio dos judeus, em todas as regiões da Europa dominadas pelos alemães, nos campos de concentração, empreendida pelo regime nazista de Adolf Hitler, durante a Segunda Guerra Mundial).

“Babyn Yar” ( é uma ravina existente em Kiev, capital da Ucrânia, que ficou conhecida na história como local de um dos maiores massacres de judeus e civis da então da União Soviética pelos nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial).

“O Grande Expurgo” (quando Stalin mandou matar pelo menos 750 mil pessoas. 17 crimes contra a humanidade cometidos pela União Soviética).

“A explosão de Chernobyl” (Em 26 de abril de 1986, às 1H23, o reator número 4 da central de Chernobyl, situado a 100 quilômetros de Kiev, explodiu durante um teste de segurança).

“A ocupação da Crimeia” (A importância estratégica da Crimeia se deve principalmente à sua posição geográfica. A península representa uma via de acesso ao mar Negro a partir do mar de Azov, que banha o sudoeste do território russo e parte da Ucrânia).

“Quiseram nos destruir outras vezes, mas não conseguiram. Se alguém acha que, depois de passar por tudo isso, os ucranianos ficarão com medo ou se renderá, pouco sabe sobre a Ucrânia”.

“Não temos nada a perder além de nossa própria liberdade”, disse Zelenskiy, acrescentando que a Ucrânia está recebendo suprimentos diários de armas de seus aliados internacionais.

“Faz dois anos desde que a Ucrânia registrou seu primeiro caso de Covid e faz uma semana que outro vírus atacou”, se referindo a invasão da Rússia.

O líder ucraniano, apesar de apontar uma fraqueza da reação das potências do Ocidente, esclareceu que não deseja que outros países entrem em guerra, endereçando diretamente os líderes. “Não estou dizendo que alguém deva entrar em guerra, mas a força e o poder dessas alianças são de evitar a guerra”.

Os ucranianos estão lutando pela democracia, pela liberdade contra uma superpotência de um tirano, que invadiu seu país. Estão destruindo uma nação que luta pela soberania e liberdade.

Durante sete dias as forças armadas da Rússia estão destruindo a infraestrutura crítica de suporte à vida da cidade. Sem eletricidade e água. Estão fazendo um cerco a Kiev e outras grandes cidades, quebrando os suprimentos de comida. É um genocídio do povo ucraniano.

“Eles serão destruídos. Aqui não terão sossego, não terão comida, não terão um único momento de tranquilidade. Os invasores receberão apenas uma coisa dos ucranianos: resistência. Uma resistência tamanha que eles nunca vão esquecer que não desistimos do que é nosso. Nunca vão esquecer o que é uma guerra patriótica, Vamos afugentá-los. Com desonra. Eles não são guerreiros de uma superpotência. São apenas crianças confusas que foram usadas. Voltem para casa”.

“Não estamos pensando no tempo, não estamos pensando ‘nós vamos resistir por esse período de tempo’, estamos apenas resistindo. Estamos fazendo o nosso trabalho”, afirmou.

“Tenho medo de a Ucrânia não existir mais”,

Uma equipe avançada deixou o Tribunal Penal Internacional (TPI) em Haia na quinta-feira para começar a investigar possíveis crimes de guerra na Ucrânia, disse seu principal promotor à Reuters em entrevista.

O The Hill informou que chefe de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) disse nesta quinta-feira que a atividade militar na Ucrânia está “escalando ainda mais à medida que falamos” à medida que a invasão russa entra em sua segunda semana.

Michelle Bachelet, falando no Conselho de Direitos Humanos da ONU durante uma reunião urgente, também disse que uma cidade no leste da Ucrânia, Volnovakha, foi quase destruída na invasão, informou a Associated Press.

A maioria dos delegados na reunião se manifestou contra a Rússia por invadir a Ucrânia e votará na sexta-feira uma resolução para criar um painel de três pessoas para monitorar e relatar abusos de direitos humanos.

Nesta quinta-feira, o encontro entre os negociadores russos e ucranianos termina “sem resultados que esperávamos”, disse negociador ucraniano Mykhailo Podolyak. Segundo ele, no entanto, os dois lados concordaram em continuar as negociações “no futuro próximo”.

No Twitter o negociador ucraniano Mykhailo Podolyak diz que os lados chegaram a um entendimento sobre “proteger conjuntamente os corredores humanitários”. Acrescenta que existe a possibilidade, “reforço, com a possibilidade de um cessar-fogo temporário para o período de evacuação em determinados sectores”.

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