Montes Claros historicamente elege candidatos de fora, um fenômeno político conhecido na região como “garimpagem” de votos.
Nas eleições proporcionais (deputados estaduais e federais), é muito comum que figuras políticas com bases eleitorais em outras cidades e regiões de Minas Gerais conquistem cadeiras com os votos do eleitorado montes-clarense.
Essa divisão de votos ocorre por uma série de fatores:
- Dispersão de votos locais: A grande quantidade de candidaturas locais acaba dividindo o eleitorado, facilitando a entrada de representantes de fora que possuem maior estrutura de campanha.
- Acordos políticos: Muitas vezes, lideranças e cabos eleitorais locais firmam parcerias políticas para apoiar nomes de fora em troca de recursos ou projetos futuros para a cidade.
- Questões ideológicas. O eleitor considera um conjuntos de valores, crenças e princípios que orientam como a sociedade deve ser estruturada e organizada, deixando de valorizar representação local.
Extremismo político e religioso
Com o advento de 2018 que elegeu a extrema direita no Brasil, representada pelo “Bolsonarismo” tem como líder o ex presidente Jair Messias Bolsonaro, boa parte dos brasileiros adoeceu com o contágio do extremismo político e religioso.
O Brasil se dividiu em correntes
Você pode acompanhar e conferir o histórico detalhado de votações e as bases dos candidatos acessando os dados oficiais no site do Tribunal Superior Eleitoral ou consultando as estatísticas regionais disponibilizadas pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
