Órgãos do governo federal e instituições de pesquisas iniciarão série de reuniões semanais para acompanhar os impactos do El Niño e coordenar ações de prevenção e resposta por todo o país, com articulação com estados, municípios, universidades e organizações da sociedade civil.

A Sala de Situação sobre Incêndios Florestais, grupo que reúne 13 ministérios e 09 autarquias federais para monitorar cenários extremos e definir respostas emergenciais, também foi retomado.
O fenômeno climático já está sendo percebido em diferentes partes do mundo, com alta nas temperaturas sendo registradas. O El Niño é um fenômeno climático provocado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, alterando a circulação dos ventos e a distribuição das chuvas e temperaturas em várias partes do mundo.
Mesmo sendo um fenômeno natural, seus efeitos estão sendo agravados pelas mudanças climáticas. Riscos por todo o país, como aumento de chuvas no sul, redução de precipitação e aumento das temperaturas no norte e nordeste – o que pode favorecer períodos de seca e falta de água -, estão sendo previstos para que medidas apropriadas sejam tomadas.
Uma das principais frentes de atuação para enfrentar os efeitos do El Niño é o combate aos incêndios florestais, com mais de 4,4 mil brigadistas federais atuando em todo o país e distribuídos em 240 brigadas.





