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Nikolas Ferreira pode ser preso ainda no 1° turno das eleições e ficar inelegível

Deputado divulgou documento falso atribuído à Polícia Federal para tentar afastar suspeitas sobre conversas com Daniel Vorcaro

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) está no centro de uma polêmica após a divulgação de mensagens com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o compartilhamento de um laudo falso atribuído à Polícia Federal. 

Entenda o Caso

Os áudios e mensagens de março de 2025 obtidos pela Polícia Federal mostram Nikolas chamando Vorcaro (dono do Banco Master) de “Dani” e pedindo ajuda para liberar um ativo minerário de seu ex-assessor. É um forte indício do envolvimento do deputado com o citado banqueiro. O caso que tá no STF no inquérito do banco Máster, sobre a relatoria do ministro André Mendonça.

Nas conversas, o parlamentar também se desculpa por ter criticado um evento do banco no passado, afirmando que não teria feito a postagem se soubesse que era a empresa do aliado. 

Documento falso atribuído a PF 

Para tentar afastar suspeitas sobre as conversas, Nikolas compartilhou nas redes sociais um laudo falso que supostamente seria da Polícia Federal e atestaria que não havia crimes nos diálogos. No entanto a iniciativa não colou, o deputado foi cobrado e admitiu a publicação e disse que apagou o arquivo depois. 

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Documento falso compartilhado por Nikolas Ferreira

O Deputado Pode Ser Preso?

Especialistas em direito eleitoral, críticos e parlamentares, como o deputado Rogério Correia, afirmam que Nikolas pode enfrentar consequências criminais ou até prisão se ficar comprovado que ele participou da falsificação ou se a gravidade dos atos for confirmada. 

Alegações da defesa.

Nikolas Ferreira nega ter recebido dinheiro de Vorcaro, afirma que apenas intercedeu por um amigo e argumenta que compartilhou o documento da PF sem saber que era fraudulento.

Decisão judicial sobre o caso

A Justiça Eleitoral determinou a remoção de conteúdos de portais de notícias sobre o caso por entender que houve distorções em alguns termos divulgados nas matérias, mas em seguida o TRE 

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